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8 de novembro de 2017

António Tavares
Editorial

As obras de modernização da Linha da Beira Baixa, no troço que falta, entre a Covilhã e a Guarda, deverão avançar no próximo ano, a ser cumprido o que está delineado no Orçamento do Estado (OE) para 2018.
Esta é, sem dúvida, uma obra importante para a Região, em termos de mobilidade, mas que, recorde-se, está suspensa desde 2009.
Resultado disso a Linha da Beira Baixa, que só está a funcionar até à Covilhã, está há vários anos amputada, não podendo ser exploradas todas as suas potencialidades, que não são poucas. Por um lado, é uma via privilegiada de ligação entre o Litoral e o Interior. Por outro, é uma alternativa à Linha da Beira Alta, no caso de esta enfrentar algum constrangimento.
E há ainda uma potencialidade de grande importância e da qual pouco se tem falado, que resultada do facto da Linha da Beira Baixa, em comparação com a da Beira Alta, reduzir a distância entre Lisboa e a Guarda em cerca de 50 quilómetros.
Tudo isto, quando se fala em mobilidade, que é um fator determinante para o desenvolvimento de qualquer região e por motivos acrescido do Interior. O mesmo Interior onde a mobilidade pode ser melhorada, por exemplo, com a mais que exigida abolição das portagens da A23, sem esquecer o desejado e há muito tempo reivindicado Itinerário Complementar 31 (IC31), com o qual se assegura a ligação à vizinha Espanha e, numa perspetiva mais ampla, à Europa.

08/11/2017
 

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