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25 de setembro de 2019

PELA PRIMEIRA VEZ FORA DO LITORAL
Congresso Internacional de Património Industrial realiza-se na cidade

Castelo Branco recebe, em junho do próximo ano, o V Congresso Internacional de Património Industrial, com o tema Património Industrial e o subtema Museus, desenvolvimento regional. O encontro organizado pela Associação Portuguesa de Património Industrial deverá decorrer de 17 a 19 de junho, com o presidente da Câmara de Castelo Branco, Luís Correia, a afirmar na apresentação, que “é a primeira vez que o Congresso sai do Litoral” e a realçar que “é um congresso que procuramos conquistar no âmbito do trabalho do Museu dos Têxteis – MUTEX, nos Cebolais de Cima”, com o objetivo de “valorizar o património industrial de Castelo Branco”.
Luís Correia acrescentou ainda que este passo “se integra na promoção turística, sendo “um ótimo momento em que pretendemos valorizar as nossas competências e aproveitar as sugestões de quem vem ao Congresso”. Tanto mais, que “sendo internacional trará pessoas de outros países a conhecer Castelo Branco e levarão a nossa realidade e história a nível industrial”
O autarca também destacou “a importância científica” do Congresso, não deixando de referir que “também vamos tentar envolver o Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) e a Universidade da Beira Interior (UBI), bem como outras instituições de Ensino Superior do País e de fora do País”.
Tudo isto para concluir que esta “é uma conquista que estamos a ter para o Interior, para Castelo Branco e a expectativa é muito grande”.
A exemplo de Luís Correia, também o presidente da Associação Portuguesa de Património Industrial, José Lopes Cordeiro, realçou que “é a primeira vez que o Congresso se realiza no Interior do País, tratando-se de uma opção consciente e intencional” e garantiu que “os participantes interessam-se por património industrial e Castelo Branco tem recursos que garantirão uma representação bastante significativa”, tanto mais que “é uma oportunidade para conhecer esta região do País”. Área em relação à qual se focou no património industrial de “Cebolais, Retaxo e Alcains, mas sem esquecer a Covilhã, com o têxtil, e toda a Região, por exemplo, com as Minas da Panasqueira”
José Lopes Cordeiro adiantou que o Congresso “vai abordar várias temáticas de diferentes áreas industriais, que começam a ter importância e grande potencial, porque o património, em termos gerais, é bom para o turismo”. Uma matéria em que sublinhou que “o que se procura com o turismo industrial, com base industrial, é um turismo cultural, de pessoas que gostam de conhecer uma região e estar lá algum tempo, pelo menos para explorar essa região. Atrás do património industrial vem todo um conjunto de ofertas que Castelo Branco pode oferecer, como a gastronomia, a paisagem e a arte de bem receber, a simpatia”. Assim, concluiu, “a pretexto do Congresso as pessoas podem vir conhecer Castelo Branco e, depois, divulgar e fazer com que no futuro mais pessoas possam cá vir”.
António Tavares

25/09/2019
 

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