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9 de outubro de 2019

António Tavares
Editorial

Agora que já passaram as eleições Legislativas e as Europeias ficaram lá para trás, no mês de maio, está completo o ciclo eleitoral deste ano. Assim, para o próximo ano, se tudo correr conforme o previsto e não houver surpresas, os Portugueses não serão chamados às urnas. Só em 2021 terá lugar um novo ciclo eleitoral, com as eleições Presidenciais em janeiro e as Autárquicas em setembro ou outubro.
No rescaldo dos últimos atos eleitorais as leituras que se podem fazer não são unicamente políticas. Tudo, porque os cadernos eleitorais também permitem fazer uma leitura da demografia do País.
Uma leitura que no respeitante ao Interior do País volta, uma vez mais, a ser preocupante. Aquilo que se tem vindo a verificar mantêm-se, ou seja, o Interior tem cada vez menos pessoas. A desertificação não deixa de ser galopante, e preocupante, e embora os dados dos cadernos eleitorais não permitam fazer essa leitura, é facilmente percetível que a população destes territórios está cada vez mais envelhecida.
E é aqui que se passa à vertente política, pois é principalmente nas decisões de caráter político que se pode combater esta desertificação do Interior. Mas, para isso, é mesmo necessário tomar essas decisões, pois não basta lançar algumas ideias durante a campanha eleitoral, para no dia seguinte às eleições serem esquecidas.
As eleições permitiram também concluir que a abstenção não para de aumentar, revelando aquele que já é mais que um divórcio entre os políticos e as populações. Algo que deveria obrigar quem anda nas lides políticas a refletir, antes que seja tarde de mais.

09/10/2019
 

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