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23 de outubro de 2019

EM NOITE DE FESTA DOS 55 ANOS
Escuderia homenageia e é elogiada

A Escuderia Castelo Branco (ECB) assinalou, no passado sábado, 19 de outubro, o 55º aniversário, com uma festa que contou com cerca de 700 pessoas, entre elas quatro dos sócios fundadores, nomeadamente Luís Marçal Grilo, Eduardo Marçal Grilo, Humberto Mendes Salavessa e José Cardoso Morgado Duarte. À festa juntaram-se também os presidentes da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), Ni Amorim, e da Federação Portuguesa de Motociclismo (FPM), Manuel Marinheiro.
O presidente da direção, António Sequeira, na primeira intervenção começou, precisamente, por realçar “os 55 anos com esta vitalidade”, para de seguida destacar que “2019 foi um ano difícil, muito exigente no plano desportivo”, para depois de recordar as provas organizadas ao longo do ano garantir que “fechamos o ano com muito sucesso”.
António Sequeira sublinhou ainda que “fazemos o desporto da nossa paixão e, com isso, divulgamos a Região e trazemos milhares de pessoas”.
Mais à frente, António Sequeira referiu que está para breve a edição de um livro sobre os 55 anos da Escuderia e revelou que “desde que fui eleito presidente da Escuderia sempre pensei nisto, mas houve dificuldades e o sonho foi sendo adiado. Agora, para muito breve o livro será aditado” e assegurou que “o objetivo não é falar de corridas. É falar de pessoas, de momentos marcantes, das pessoas, das organizações que a Escuderia fez. Há que registar estes momentos e fazer um apanhado do que é mais importante”.
António Sequeira adiantou ainda que o livro será apresentado aquando da reabertura da sede, na Praça Rainha D. Leonor, que está a ser alvo de obras de remodelação, para “a devolver aos sócios, que são os donos da Escuderia”.
E noite de festa, António Sequeira também falou no novo kartódromo, que está em construção no Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco, que apresentou como “um sonho de muitos anos, de muitas direções. Todos temos trabalhado muito e a obra está quase a concretizar-se, pela mão da Câmara”. Um investimento que garante que vai ter muito retorno para a Região, pois vai trazer muita gente”.

Autarcas
homenageados
A noite da comemoração dos 55 anos da Escuderia ficou marcada pela homenagem a vários autarcas do Distrito, com António Sequeira a referir, na introdução ao momento, que “prefiro fazer homenagens que alguém não possa perceber, que não as fazer”.
Por isso apresentou um “agradecimento público a todos os presidentes de câmara” e acrescentou que a Escuderia “precisa sempre de toda a gente”.
Pelo palco passou o ex-presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Álvaro Rocha, que garan-tiu que “ajudar as associações é uma grande aposta do Concelho de Idanha-a-Nova e, por isso, valeu muito a pena ajudar a Escuderia”.
Também o atual presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, considerou que foi “uma boa aposta o investimento conjunto entre a Câmara e a Escuderia, que é um bom exemplo do bom associativismo que temos em Portugal”. Acrescentou que a ligação com a Escuderia, “para Idanha, é um grande êxito, porque as pessoas vêm” e elogiou a resposta da Escuderia face “à cultura que lhe temos colocado, no sentido de ser um evento sustentável”.
O ex-presidente da Câmara de Castelo Branco, Joaquim Morão, deu “os parabéns à Escuderia, à atual e a todas as direções, porque “é um grande clube”, elogiando “o grande trabalho de António Sequeira à frente da Escuderia” e concluiu que “esta sala demonstra o que é a Escuderia. Viva Castelo Branco. Viva a Escuderia Castelo Branco”.
Por seu lado, o presidente da Câmara da Sertã, José Farinha Nunes, começou por recordar que a autarquia “tem investido muito no desporto, nomeadamente no desporto motorizado”, porque considera que os autarcas têm o dever de responder às expectativas da população, que quer os desportos motorizados, aquela adrenalina”. Pelo meio elogiou os corpos sociais da Escuderia, porque “sei o esforço que é pertencer a corpos sociais. É muito trabalho, muitas horas de serviço, de forma voluntária”.
O atual presidente da Câmara de Castelo Branco, Luís Correia, afirmou estar “orgulhoso pela obra feita. Orgulhoso pelo magnífico trabalho que a Escuderia tem feito”, chamando a atenção para o facto que “os dois aspetos estão interligados”, pois em relação à obra feita “só o podemos fazer, porque temos a Escuderia para rentabilizar o que é feito”. Luís Correia garantiu que “a Escuderia faz parte da história de Castelo Branco e vai continuar a fazer”, para concluir que o “kartódromo é mais uma ferramenta ao dispor da Escuderia”.
O presidente da Câmara de Vila Velha de Ródão, Luís Pereira, com o regresso de provas organizadas pela Escuderia ao Concelho, este ano, afirmou que “foi o retomar de uma ligação que interrompemos. A Escuderia projeta o desporto automóvel e o nosso território”, não hesitando em afirmar que “quando temos clubes que apoiam isso, também faz todo o sentido apoiá-los”.
As homenagens, no entanto, não se resumiram aos autarcas, uma vez que ao longo da noite também foram entregues diplomas aos sócios com 25 e 50 anos de ligação à coletividade.
E houve ainda uma homenagem surpresa e rodeada de emoção, que surpreendeu os três intervenientes, que foram Francisco Fernandes Berrocal (Paço), Carlos Alberto Ramos Tomaz e Nuno Almeida Santos.
Pelo palco também passou o sócio fundador mais antigo, com o número 3, Luís Marçal Grilo, que recordou que “fui um dos sócios fundadores. Fundadores que fizeram a Escuderia para os outros, para a cidade, para a Região”. Revelou que, depois, “poucos contactos tenho tido com a Escuderia, à exceção de alguns ralis de automóveis antigos e de ter sido convidado para assistir à superespecial do Rali de Castelo Branco, deste ano, que foi um êxito, uma organização exemplar da Escuderia”.
Luís Marçal Grilo quis ainda “agradecer às direções destes 55 anos” e revelou “o orgulho como sócio fundador e a gratidão por tudo o que fizeram”.

Presidentes federativos
elogiam Escuderia
Numa noite com muita animação musical assegurada pelos Shout, os elogios à Escuderia também foram muitos.
O presidente da FPAK, Ni Amorim, confessou mesmo que a Federação “faz 25 anos no próximo ano. Depois de ver isto, não sei se tenho condições para fazer comemorações iguais”.
Tudo, para de seguida afirmar que “a Escuderia está presente na vida da Federação. Pelo dinamismo que tem é importante para a vida federativa”, acrescentando que “é difícil encontrar pessoas com tanta vontade, com tanta determinação. É um clube que está localizado nesta região, longe dos grandes centros urbanos, mas tem uma obra notável de infraestruturas, com apoios camarários”.
Também o presidente da FPM. Manuel Marinheiro, sublinhou que “não temos apenas Litoral. Castelo Branco é um bom exemplo disso. Confiança é a palavra que define o que eu sinto pela Escuderia, até porque, “quando há uma prova mais difícil, que outros clubes não querem fazer, sei que conto com a Escuderia, que vai fazer e bem. Mais do que obras, eventos, prémios, é a confiança que tenho em muitas pessoas da Escuderia”.
António Tavares

23/10/2019
 

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