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Edição nº 1629 - 11 de março de 2020

LEOPOLDO RODRIGUES GARANTE
“Podem manchar o meu nome, mas nunca irão afetar o meu caráter”

Leopoldo Rodrigues apresentou, na passada segunda-feira, 9 de março, na sede do Partido Socialista (PS) de Castelo Branco, as linhas da moção de orientação política com que se apresenta às eleições para a Federação Distrital, que se realizam na próxima sexta-feira, 13 de março.
Um encontro que começou com um minuto de silêncio pela morte de António Carvalhinho, filho de João Carvalhinho.
Depois, o mandatário da candidatura, Luís Pereira, focou-se no “reconhecimento e confiança” em relação a Leopoldo Rodrigues. Tudo, para adiantar que “o PS construiu um capital de confiança no Distrito de Castelo Branco, ao longo destas décadas” e assegurar que o candidato “vai continuar o trabalho de Joaquim Morão e Hortense Martins”, não deixando de sublinhar que “o PS não tem que olhar para trás e questionar o que quer que seja, mas olhar para trás com orgulho naquilo que fez”.
Na apresentação da moção A Força do PS – Ação e Compromisso, Leopoldo Rodrigues referiu que “a Região é uma terra de oportunidades, marcadas por dificuldades”, para acrescentar que “estamos no centro do triângulo das duas maiores cidades portuguesas, Lisboa e Porto, e da capital espanhola, Madrid”; sendo estas “oportunidades que temos que valorizar”, embora não esconda que “temos dificuldades, como a demografia, uma população envelhecida e a falta de mão de obra”, entre outros.
Fez no entanto questão de destacar que “os projetos estruturantes para a Região resultaram de uma ação direta o PS”, enumerando alguns, para defender que “está na altura de renovar os sucessos das últimas décadas”. Isto para que “o Distrito se posicione ainda melhor na panorâmica da política nacional”.
Daí a necessidade de “construir um programa de ação com objetivos definidos”, de acordo com cinco eixos estratégicos.
O primeiro passa pela coesão territorial e os desafios demográficos, relativamente aos quais “há que encontrar soluções”, apontando, entre outros, “reforçar o apoio à natalidade e à parentalidade, o majoramento do apoio ao arrendamento jovem, a abolição das portagens da A23, o melhoramento da rede de transportes públicos e exigir a construção o IC6 e o IC31”, ao que junta ainda a “correção da Estrada Nacional 238 (EN 238), entre Cernache do Bonjardim e Ferreira do Zêzere”.
Outro eixo estratégia relaciona-se com o ambiente e as alterações climáticas, tratando-se de uma área em que apontada para a necessidade de “retomar a Barragem do Alvito, bem como a Barragem de Cortes do Meio” e entre outros exemplos referiu-se também à “implementação de medidas de sequestro de carbono”.
Já na vertente da economia e investimento avança com medidas como “os benefícios fiscais a empresas instaladas, incentivos à contratação de jovens e incentivos ao investimento na floresta”.
Num quarto eixo, referente à desigualdade social, exemplificou com a necessidade de “garantir o acesso de todos aos serviços da Região, e que estes sejam de qualidade”, assim como “garantir o bem-estar dos cidadãos mais velhos”.
Isto enquanto no eixo da educação, cidadania e formação, alertou para a importância da “igualdade de oportunidades entre jovens”, sem esquecer que é determinante “apoiar as nossas instituições de Ensino Superior, que têm a capacidade de atrair jovens para a Região e formar os jovens de cá, contribuindo para o futuro e desenvolvimento do País”. Ainda neste eixo, sublinhou que “não se pode esquecer uma área tão importante como é a formação profissional”.
Numa abordagem mais para o interior do PS definiu a realização de “reuniões, plenários, debates e conferências de militantes, se possível descentralizados, para que não sejam sempre em Castelo Branco”, ao que soma “reuniões periódicas com os deputados”. A aposta vai também no sentido de “modernizar os serviços da Federação” e “integrar mais jovens nas listas para as eleições Autárquicas de 2021”, porque “um momento fundamental é a preparação das próximas Autárquicas”. Nesta matéria, Leopoldo Rodrigues destacou que “o PS é líder em sete dos 11 concelhos do Distrito”, para avançar que o objetivo é conquistar os quatro que não são socialistas, ou seja, Fundão, Oleiros, Sertã e Vila de Rei.
O candidato, face a acusações que lhe foram dirigidas, destacou que “aqueles que aqui estão sabem que seria incapaz de ameaçar alguém que não nos apoie” e considerou que estes “são ataques que pretendem atingir a minha honra e dignidade”, garantindo que “podem manchar o meu nome, mas nunca irão afetar o meu caráter”.

António Tavares

11/03/2020
 

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