Edição nº 1647 - 15 de julho de 2020

António Tavares
Editorial

No último fim de semana Castelo Branco ficou mais pobre, com o fogo que consumiu parte do Parque do Barrocal. As chamas, que deflagraram ao início da tarde de sábado, consumiram mato e floresta, principalmente carvalho das beiras (Quercus pyrenaica), transformando em cinzas parte do valioso património natural do local, que é icónico para a cidade.
Por isso a natureza perdeu, mas não só, porque também se registaram danos materiais, uma vez que parte dos passadiços do Parque do Barrocal, ainda antes de este ser inaugurado, foram destruídos.
No que respeita, à cobertura florestal, a própria natureza se encarregará de repor a situação, no que poderá ter a ajuda humana, com uma intervenção nesse sentido, mas o mesmo não acontece com os passadiços, que terão que ser reconstruídos ou recuperados, no caso em que isso seja possível. De qualquer modo, não resta a menor dúvida que isso implicará gastar mais dinheiro, que é de todos nós, de modo a que o espaço seja recuperado e possa ser usufruído, assim que o Parque do Barrocal seja inaugurado.
Sim, porque conhecer o Barrocal, que é um local de importância geológica e ambiental, tratando-se de um espaço repleto de histórias e estórias, é obrigatório para qualquer Albicastrense e não só. Isto, independentemente, de se concordar, ou não, com a intervenção ali realizada e que tem gerado alguma polémica. Cada um terá a sua opinião, mais ou menos fundamentada, mas, certamente, todos estarão unidos na prioridade que agora é recuperar aquele importante espaço que as chamas afetaram sabe-se lá por que artes.

15/07/2020
 

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