Nas Bancas à 4ª feira
Facebook
 

Edição:

| Ano |

Error parsing XSLT file: \xslt\NTS_XSLT_Menu_Principal.xslt

Edição nº 1649 - 29 de julho de 2020

António Tavares
Editorial

O verão chegou e instalou-se com toda a sua força. Dia após dia o calor tem sido uma constante, tanto de dia, como à noite, dificultando a vida a quem está neste pedaço do Interior de Portugal. É que, apesar dos Beirões serem resistentes e estarem habituados a temperaturas muito altas no verão e muito baixas no inverno, um período de tempo tão prolongado com temperaturas elevadas começa a provocar algum desalento.
Mas as consequências deste calor são ainda mais graves, uma vez que, regra geral, temperaturas elevadas correspondem a incêndios florestais. Um velho drama que se repete ano após anos e 2020 não está a ser exceção. Diariamente são várias as ignições registadas um pouco por todo o Distrito de Castelo Branco, felizmente prontamente debeladas pelos bombeiros.
Mas, por outro lado, infelizmente, sem sempre assim acontece e o Distrito tem um longo historial de grandes incêndios que destroem tudo à sua passagem, deixando apenas cinzas.
Exemplo disso é o incêndio que no sábado, 25 de julho, deflagrou em Sardeiras de Baixo, no Concelho de Oleiros, que ganhou força e atingiu os concelhos vizinhos de Proença-a-Nova e Sertã. Pelo caminho não deixou nada, destruindo a floresta, principalmente pinhal, mas também eucaliptal. E do verde ficou o negro.
Mas pior que isso é que não foi apenas a natureza e bens materiais que foram devorados pela voragem das chamas. Este incêndio deixou um legado bem mais pesado, num acidente que envolveu uma viatura dos Bombeiros Voluntários de Proença-a-Nova, um jovem de 21 anos morreu e é bom nunca esquecer que a vida não tem preço.

29/07/2020
 

Outros Artigos

Em Agenda

 
19/09 a 02/11
De se lhe tirar o chapéuMuseu do Canteiro, Alcains

Gala Troféu Gazeta Atletismo 2018

Castelo Branco nos Açores

Video