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Edição nº 1707 - 15 de setembro de 2021

PROGRAMA ELEITORAL APRESENTADO
Luís Correia garante que “não criamos castelos no ar, ilusões”

O candidato do SEMPRE – Movimento Independente à Câmara de Castelo Branco nas eleições Autárquicas de 26 de setembro, Luís Correia, apresentou esta terça-feira, 14 de setembro, o programa eleitoral, que assenta em cinco dimensões estratégicas, que são a recuperação, a coesão social e territorial, a digitalização, a sustentabilidade e as próximas gerações.
Um programa eleitoral, que segundo é adiantado, “para os próximos quatro anos garante uma intervenção transversal e complementar em 12 áreas”.
Luís Correia sublinhou que este “é um programa eleitoral realista, mas que não deixa de ser audaz”, bem como que “consideramos que temos a melhor equipa, com experiência na gestão autárquica”.
O candidato sublinhou, por outro lado, que “não criamos castelos no ar, ilusões”, para referir que “foi anunciado, por um partido, a redução do preço da água”. Uma matéria sobre a qual assegura que “isso é mais um castelo no ar. Quem conhece a gestão autárquica e desta matéria sabe bem que não é um objetivo que vai ao encontro do que se passa a nível nacional, que a gestão eficiente da água”. Acrescenta, que além disso, “vai contra a Lei” e frisa que “conheço muito bem o setor da água. Em 2020, no início da pandemia, tiramos as tarifas fixas, foram menos 400 mil euros nas receitas dos Serviços Municipalizados e o que a população dizia é que não se sentia quase essa redução”, o que o leva a concluir que “além de ser uma medida que vai contra a Lei, não se sente no bolso das pessoas. A aposta tem de ser na eficiência da gestão da água”.
Luís Correia comenta também que “falam em mais 250 famílias na Zona Histórica”, para afirmar que “não sei como se consegue só por lá ter mais casas recuperadas” e questiona “de onde saem essas famílias, para ir para ali”.
Críticas que se estendem ainda a quando falam de mais 500 novos empregos na Zona Histórica”, para reiterar que “são castelo no ar, é a procura da venda de ilusões”.
Quanto às 12 áreas definidas no programa eleitoral, na área do Ambiente e Bem-Estar Animal, os objetivos definidos levam a várias atividades, como “a implementação da estratégia de recolha de bioressíduos; a continuação da substituição da iluminação pública por um sistema mais eficiente, led, com poupanças substanciais; a melhoria das condições dos parques infantis; o reforço do projeto das hortas sociais da Quinta do Chinco e aumento da rede de hortas comunitárias; a criação de um novo parque verde no Vale das Hortas do Ribeiro – Quinta do Jardim, ao lado da Avenida da Europa; a colocação de instalações de medição da qualidade do ar e disponibilização dessa informação; a criação do Conselho Municipal de Descarbonização; a implementação do zero plástico no comércio local e no Mercado Municipal; a criação de uma zona de lazer canina; a requalificação do Centro de Recolha Animal, com incorporação da Casa do Voluntário Animal, reforço do programa CED – Capturar, Esterilizar e Devolver”, entre outros.
Na vertente da Cultura algumas das atividades apontam para “a criação de um Festival Internacional de Música para jovens; a organização de uma Feira do Livro anual; a criação do programa Sempre Cultura, para melhorar a ligação com os diversos níveis de ensino; a criação do Museu de Arte Sacra da Diocese de Portalegre e Castelo Branco; apoio á realização do São João Batista em Monforte da Beira, a promoção de campos arqueológicos a partir do Museu Francisco Tavares Proença Júnior; a promoção e desenvolvimento da Carta Arqueológico do Concelho; a criação de uma Carta Geológica do Concelho; transformação da Zona Histórica num festival permanente da flor inspirada na obra de Manuel Cargaleiro em articulação com os moradores; e, entre outros, a elaboração do Plano Estratégico para a Cultura 2022-2030”.
Já no que respeita ao Desenvolvimento Social, entre outras atividades estão “a ampliação da abrangência do programa municipal de comparticipação de medicamentos a pessoas idosas carenciadas; a criação de um Centro de Oportunidades Sociais na Quinta do Moinho Velho; a criação de uma bolsa de voluntariado para as instituições particulares de solidariedade social (IPSS); a criação de um programa de acessibilidade no domicílio”.
Outra das áreas é a do Desporto, com “a elaboração do Plano Municipal para o Desporto; consolidação de um programa de apoio a atletas/desportistas que obtenham resultados relevantes a nível nacional e internacional; a construção de um Centro de Estágio capaz de acolher seleções nacionais de diferentes modalidades e que seja, simultaneamente promotor da melhoria do rendimento da atividade desportiva local; construção das bancadas na pista de atletismo; melhorias no Parque de Desportos Motorizados incluindo o Kartódromo; criação de um parque para a prática de atividades e desportos de aventura, Challenger Park, nas instalações das antigas piscinas municipais; construção de um pavilhão multiusos destinado à realização de grandes eventos desportivos e culturais”.
Passando à Economia, Empreendedorismo e Inovação, algumas das atividades compreendem “a dinamização da Fábrica do Jovem Empreendedor em Castelo Branco e Alcains; a criação de um Centro de Empresas Inovadoras no antigo Ciclo de Alcains; a criação de um Centro de Criatividade para a Moda, em Alcains; a criação da Semana do Empreendedorismo e da Criatividade; a criação de um Concurso Internacional de Empreendedorismo; a criação de um novo Centro de Empresas Inovadoras de Base Tecnológica, em Castelo Branco; a avaliação e criação de uma Zona Livre Tecnológica; manutenção do modelo e incremento da imagem nacional e internacional da feira Sabores de Perdição; organização e melhoramento dos eventos de valorização das freguesias; análise e realização das diligências necessárias no âmbito do Plano Diretor Municipal (PDM) para a construção de uma nova Zona de Localização Empresarial; requalificação da Zona de Localização Empresarial de Castelo Branco; requalificação do Mercado Municipal de Castelo Branco; dinamização de um Mercadinho nas freguesias; criação de centros de teletrabalho em Castelo Branco, Alcains, Louriçal do Campo e Cebolais; construção de um novo hangar no Aeródromo Municipal”.
Na Educação e Formação, estão, entre outros, “a implementação de atividades extracurriculares; a dinamização do Conselho Municipal de Educação; a atualização da Carta Educativa Municipal; o reforço dos apoios à educação especial; o alargamento do horário da Biblioteca Municipal; a criação da Casa do Investigador, para atrais investigadores; criação de uma sala de estudo com recursos educativos, aberta 24 horas por dia, sete dias por semana; requalificação da Residência de Estudantes Calouste Gulbenkian; criação, em parceria com o Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), de um programa que incentive a fixação de jovens estudantes no Concelho”.
E no que se refere à Juventude e Novas Gerações surge “a criação do Balcão de Atendimento do Município; a criação de um festival musical; a criação de um programa Universidade Jovem em articulação com o politécnico e as escolas do Concelho; a criação de um programa Arrendamento Jovem; a criação do prémio Jovens no Associativismo; a criação de uma Bolsa de Voluntariado Jovem”.
Na Mobilidade, entre outros, está “concretizar uma nova rede de transportes municipais e urbanos; criar o conceito de mobilidade Castelo Branco – Cidade 15 Minutos, em que é possível deslocar-se entre os vários pontos da cidade em menos de 15 minutos; aumento do número de docas de estacionamento de bicicletas; conclusão do projeto de ciclovias e ampliação da atual rede; manutenção do programa de apoio à aquisição de bicicletas; implementação de um sistema de bicicletas partilhadas de índole turístico, construção de novos parques de estacionamento à superfície, junto ao Hospital e na Zona Industrial; construção do viaduto junto à Metalúrgica; concluir a ligação da Avenida do Empresário à Zona Industrial; requalificação das estradas municipais”.
Quanto à Saúde e Proteção Civil está, por exemplo, “a continuação, em parceria com a Unidade Local de Saúde de Castelo Branco (ULSCB), da requalificação dos centros e extensões de saúde; a implementação do programa Saúde Acompanhado; a identificação e referenciação dos idosos e pessoas vulneráveis que residem sozinhos; realização de um plano geral e local para desenvolvimento de estruturas de apoio a doentes de Alzheimer, demência, em parceria com a ULSCB e a Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco; apoios aos bombeiros, às equipas de sapadores florestas, bem como às associações de produtores florestais; reforço do sistema de videovigilância da floresta”.
Outra área é a do Turismo; com o aumento de equipamentos digitais, incluindo as freguesias, para divulgar a oferta turística do Concelho; a segunda fase de requalificação do Parque do Barrocal, através da intervenção nos restantes 29 hectares; dinamização das atividades de bird watchingi e de dark sky; dinamização do turismo de natureza, com atenção na Serra da Gardunha, Tejo Internacional e Rio Ocreza; aposta na dinamização dos desportos motorizados como dinâmica de forte impacto na atração de visitantes; construção do Museu da Cerâmica; criação do Centro de Exposição do Automóvel Antigo; dinamização da Rota dos Murais; recuperação do Castelo como fortaleza de fronteira, incluindo a requalificação e reajuste do edifício de apoio e aumento da área amuralhada exposta, valorização da Albufeira de Santa Águeda; continuar a desenvolver esforços para recuperar o Colégio de São Fiel, em Louriçal do Campo, para fins de natureza turística; construção do Parque de Caravanismo de Castelo Branco; construção de um novo Parque de Campismo Municipal; construção do Centro de Desportos Náuticos da Marateca; transformação do antigo edifício do lar de idosos de Almaceda e da Colónia de Média Altitude de Louriçal do Campo em infraestruturas de alojamento do tipo hostel”.
No Urbanismo e Habitação, destacam-se, entre outras, a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM); a conclusão do processo de revisão do Plano Geral de Urbanização de Castelo Branco; a elaboração da Estratégia Local de Habitação; a criação de um programa centrado na requalificação de edifícios privados localizados em locais estratégicos que estejam devolutos e em ruínas; continuação dos programas Habitar Castelo Branco e Habitar Castelo Branco Solidário, implementação de um programa municipal de apoio ao arrendamento jovem, em complemento ao programa Porta 65”.
Já a 12.ª área respeita à Governança e Relação com o Cidadão que, entre outras atividades, indica “a afirmação de Castelo Branco como uma Smart & Meaningful City, através da implementação de um Plano de Modernização Tecnológica; criação do Cartão Único do Munícipe para acesso a diferentes serviços municipais”, a continuação da instalação de Espaços de Cidadão nas freguesias”.
António Tavares

15/09/2021
 

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