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31 de janeiro de 2018

António Tavares
Editorial

O Governo está a ponderar várias alterações no que respeita ao trânsito. Em cima da mesa estão possibilidades como a redução da velocidade para 30 quilómetros por hora nas zonas urbanas e a carta obrigatória para motociclistas, mesmo para quem já tem carta de ligeiros, ao que se junta ainda a hipótese de helicópteros e drones controlarem a velocidade nas estradas.
Tudo com a finalidade de reduzir a sinistralidade e, mais importante, o número de mortos nas estradas, sendo de realçar que de acordo com dados provisórios da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), no ano passado 509 pessoas perderam a vida em acidentes.
Um objetivo louvável, mas que, mais uma vez, assenta na vigilância e, claro está, na aplicação de coimas para quem não cumprir.
O que parece ser esquecida, novamente, é a prevenção. Porque, não reste a menor dúvida, um dos maiores problemas que está na base dos acidentes é a falta de civismo. Falta de civismo dos condutores, mas não só, também dos peões.
Por isso, e é apenas uma sugestão, uma das principais medidas deveria passar pela educação cívica, que pode começar nos bancos da escola, logo no 1º Ciclo do Ensino Básico, continuando, depois, ao longo da vida escolar.
Afinal, o civismo pode e deve ser uma constante, para que não haja tantos mortos em acidentes, começando por nunca esquecer que a estrada não é uma pista de corridas, mas também não é uma passadeira.

31/01/2018
 

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