22 de fevereiro de 2017

NA ANTIGA ESCOLA DA HORTA D’ALVA
ETEPA com novas instalações

A Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense (ETEPA) inaugurou as novas instalações, na antiga Escola da Horta d’Alva, um edifício, cedido pela autarquia por um prazo de 20 anos, que sofreu obras de requalificação para acolher a escola profissional.
Com estas novas instalações, a Escola fica com dois espaços próprios, o mais antigo na Carapalha, onde ficam instaladas as oficinas, salas de informática e serviços administrativos, e na Horta d’Alva, onde ficam cinco salas, das quais quatro de aulas e uma polivalente.
O presidente da Câmara de Castelo Branco, Luís Correia, que presidiu à inauguração, destacou o papel da escola na formação e qualificação dos jovens, “funções importantíssimas, pois a qualificação é cada vez mais importante, pois a criação de emprego passa também por termos pessoas qualificadas, que se adaptem às necessidades do mercado de trabalho”.
O autarca lembra que para atrair empresas, é necessário garantir gente com competências, “lembro duas situações em que não conseguimos ganhar postos de trabalho, porque não havia gente em número suficiente com as competências adequadas para esses postos de trabalho”, daí a importância da formação e atribuição de competências, numa escola como é a ETEPA, “que soube fazer o seu caminho ao longo destes quase 25 anos, tendo em conta a sua sustentabilidade e garantindo o seu futuro”.
Cristina Granada, diretora pedagógica da Escola, agradeceu a todos os que contribuíram para que a mudança fosse possível, “todos os apoios financeiros, a nível europeu, nacional e concelhio”. A responsável aproveitou a ocasião para destacar o facto de “mais de 50 por cento dos diplomados do ano passado terem ido para o Ensino Superior, o que é uma satisfação para nós”.
Adelino Minhós, presidente da Associação Comercial e Empresarial da Beira Baixa (ACICB), associação da qual a Escola faz parte, mostrou-se muito satisfeito, com o número de entidades presentes na cerimónia, “o que demonstra bem a ligação que a Escola tem com a Região, o que me deixa muito satisfeito” afirmou.
O responsável, explicou que a reabilitação foi a possível, admitindo que o projeto inicial previa a construção de mais três salas, “mas os recursos financeiros não suportavam esse encargo”.
Para Adelino Minhós a solução encontrada “foi feliz”, porque reabilitou um edifício da autarquia e deu à Escola as instalações que há tanto almejava, “este é um exemplo a nível nacional de património público, porque o edifício é da Câmara, que é reabilitado, recuperado e reutilizado por uma instituição privada como é a ETEPA”.
CV

22/02/2017
 

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