Edição nº 1954 - 8 de julho de 2026

António Tavares
Editorial

Em pleno verão e com a temperatura a fazer jus a esta época do ano, as festas continuam ser uma constante em todo o Distrito de Castelo Branco, ou quase. Ou seja, não há quase nenhuma capital concelhia, e mesmo localidades mais pequenas, que não tenha a sua iniciativa, que é sempre enriquecida com um cartaz musical que traz nomes nacionais e não só. Uma aposta que tem como objetivo atrair visitantes que, por vezes, se deslocam dezenas ou centenas de quilómetros, para assistir a um concerto.
É o poder da música, que nestes eventos funciona como um chamariz que atrai pessoas, o que faz com que a economia local fique a ganhar, pelo consumo que as pessoas fazem e ao que se soma os produtos que aproveitam para comprar no certame. Mas não só, pois ao referir-se que este artista ou aquele grupo musical se desloca a determinado local, tal também funciona como forma de promoção dessa localidade.
Mas há quem não pense assim e prefira não fazer, ou fazê-lo com a prata da casa. Claro está que em qualquer dos casos os resultados não são os mesmos que se fizer um investimento que pode sair caro, mas tem retorno. Obviamente que as verbas que se poupam podem ser aplicadas noutras coisas, se não se perderem pelo meio, sendo sempre bom lembrar que as verbas gastas em festas são muitas vezes criticadas, mas, o certo, é que são sempre muito concorridas e não resta a menor dúvida que são um escape para aliviar a pressão do dia a dia e ajudam a esquecer os momentos difíceis.

08/07/2026
 

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