Edição nº 1961 - 2 de setembro de 2026

Coligação exige recuperação do CATAA

A Coligação SEMPRE Por Todos aponta, em comunicado, que “mais de seis meses depois da tempestade Kristin, o edifício do Centro de Apoio Tecnológico Agroalimentar (CATAA) continua desativado e sem obras de recuperação à vista”, pelo que “alerta para o agravamento da degradação da infraestrutura e considera incompreensível a ausência de uma resposta célere do executivo municipal”.
É recordado que o edifício do CATAA “foi fortemente afetado pela tempestade Kristin e, desde então, deixou de funcionar nas suas condições normais. Os trabalhadores foram recolocados noutro espaço e os equipamentos, que representam um investimento de muitos milhares de euros, tiveram de ser acondicionados noutros locais”.
Por isso o vereador José Augusto Alves realça que “passaram mais de seis meses. O edifício continua vulnerável, continua a degradar-se e continuamos sem ver uma intervenção concreta para resolver o problema” e considera que “é tempo de perguntar: afinal, quando vão começar as obras no CATAA?”.
Para a Coligação, “perante a importância desta infraestrutura e a dimensão dos danos provocados pela tempestade, seria expectável que a recuperação tivesse sido tratada como uma prioridade”, e sublinha que “a preocupação aumenta com a aproximação do inverno e do período de maior pluviosidade”.
José Augusto Alves destaca que “estamos a aproximar-nos do inverno. Cada novo período de chuva pode agravar os danos e tornar a recuperação mais difícil e mais cara. Não podemos continuar simplesmente a assistir à degradação de um investimento desta dimensão”.
O vereador recorda ainda “a importância estratégica do CATAA para Castelo Branco e para um setor com enorme relevância no território”, uma vez que “o CATAA foi criado para ter um papel ativo no apoio ao setor agroalimentar, às empresas, à inovação e à valorização dos nossos produtos. Não faz sentido termos uma infraestrutura desta importância praticamente parada durante tantos meses sem uma solução à vista”.
Por tudo isto a Coligação “exige” que a Câmara “esclareça publicamente que diligências foram realizadas desde a tempestade, em que ponto se encontra o processo de recuperação e qual a data prevista para o início das obras”, pois “passados mais de seis meses, não basta continuar a esperar. O CATAA precisa de respostas, precisa de obras e precisa de voltar a cumprir a sua missão. É preciso agir, e agir já”, conclui José Augusto Alves.

02/09/2026
 

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