Três agrupamentos de escolas da cidade unidos numa viagem pelo Universo
Alunos do 7.º ano participaram numa palestra de Astronomia dinamizada pelo comunicador científico e astrónomo Miguel Gonçalves.
O Universo tem 13,8 mil milhões de anos, e nós só chegámos agora foi o mote da palestra de Astronomia que reuniu alunos do 7.º ano dos três agrupamentos de escolas de Castelo Branco, ou seja, o Agrupamento de Escolas Nuno Álvares (AENA), o Agrupamento de Escolas Amato Lusitano (AEAL) e Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva, numa iniciativa que pretendeu proporcionar aos jovens um dia diferente, mas simultaneamente marcado pela aprendizagem, pela ciência e pela descoberta.
A sessão foi dinamizada pelo comunicador científico e astrónomo Miguel Gonçalves, que conduziu os alunos numa viagem pelo Universo, abordando de forma acessível e cativante temas relacionados com a origem e evolução do Cosmos, a dimensão do Universo e o lugar que o ser humano ocupa nesta imensidão.
A iniciativa nasceu do trabalho conjunto de três professoras dos três agrupamentos de escolas de Castelo Branco, Alexandra Barata, Alice Maia e Teresa Arcos, que uniram esforços para criar uma experiência comum destinada aos alunos que agora iniciam o 7.º ano.
Mais do que uma palestra, pretendeu-se criar um momento de partilha entre alunos de diferentes escolas, aproximar os jovens da ciência e despertar a sua curiosidade científica, numa área que tantas perguntas continua a suscitar.
A escolha do tema não foi, por isso, casual. Perante um Universo com cerca de 13,8 mil milhões de anos, a frase e nós só chegámos agora permite aos alunos perceber a extraordinária escala do tempo cósmico e refletir sobre a nossa pequena, mas fascinante, presença no Universo.
A realização conjunta desta atividade constitui também um exemplo de cooperação entre os três agrupamentos de escolas de Castelo Branco, mostrando que a articulação entre diferentes comunidades educativas pode proporcionar aos alunos experiências mais diversificadas e enriquecedoras.
Esta iniciativa demonstra também a importância de existir visão, colaboração e vontade de criar oportunidades educativas que vão para além dos conteúdos curriculares, aproximando os alunos da ciência através de experiências que possam despertar interesses e vocações.
No final, ficou o desafio lançado por Miguel Gonçalves e pela própria temática da sessão: olhar para o céu, fazer perguntas e perceber que, apesar de todo o conhecimento já adquirido, o Universo continua a guardar uma enorme quantidade de mistérios à espera de serem descobertos.