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Edição nº 1844 - 15 de maio de 2024

ALIANÇA TERRITORIAL EUROPEIA NORTE DE EXTREMADURA - BEIRA BAIXA
Portugueses e Espanhóis unem-se pela conclusão da autoestrada entre Madrid e Lisboa

A Aliança Territorial Europeia Norte de Extremadura - Beira Baixa, que tem como principal objetivo lutar pela conclusão da autoestrada entre Madrid e Lisboa, embora ainda não esteja formalmente constituída foi apresentada esta segunda-feira, 13 de maio, em conferência de Imprensa realizada na Câmara de Castelo Branco.
Esta apresentação surge depois de uma reunião realizada em Moraleja, Espanha, na passada quinta-feira, 9 de maio, à qual se seguiu uma conferência de Imprensa, na mesma localidade, na passada sexta-feira, 10 de maio.
Em termos de calendário, para dia 27 deste mês está agendada para Castelo Branco uma reunião idêntica à que teve lugar em Moraleja, seguindo-se o primeiro encontro ibérico, a 19 de junho, em Moraleja, e o segundo encontro ibérico, a 21 de outubro, em Castelo Branco.
O presidente da Câmara de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues, realçou que o objetivo da Aliança Territorial Europeia Norte de Extremadura - Beira Baixa é “discutir a ligação entre Madrid e Lisboa, por autoestrada”, mais concretamente no que respeita “ao ponto da situação da ligação de Moraleja à A23”, ou seja, o troço que falta em Espanha e o Itinerário Complementar 31 (IC31) que assegurará a ligação desde a A23 até à fronteira com Espanha.
Leopoldo Rodrigues realçou que “há muito tempo quem nos debatemos por esta via que entre Madrid e Lisboa tem cerca de 600 quilómetros, sendo que quinhentos e tal está concluídos, faltando apenas 70 ou 80” e garantiu que “estamos fortemente empenhados em continuar a bater por esta ligação em perfil de autoestrada”, sublinhando que “falta tão pouco para fazer esta ligação plena entre Lisboa e Madrid”.
Para isso, adiantou, se avançou com esta Aliança Territorial, que une “autarquias, associações empresariais e noutros elementos da sociedade civil”, com vista questão da autoestrada, mas também par que “estes territórios se afirmem como territórios de desenvolvimento”.
Na mesma linha, a presidente da Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB), Ana Palmeira, re4alçou que “os 60 a 70 quilómetros que faltam são fundamentais” e destacou a sua importância para “as empresas”, não esquecendo “a questão da justiça territorial”. Ana Palmeira que avançou também que “o IC31 é necessário para fazermos o nosso trabalho, necessitamos desta ferramenta”.
Também o vereador da Câmara de Idanha-a-Nova, João Carlos Sousa, Assegurou que esta “é uma obra estruturante para os nossos concelhos”, referindo-se a Idanha-a-Nova e Castelo Branco, “mas também para o País”.
Isto para defender que “somos cidadãos de primeira e de pleno direito da Europa”, para destacar que “só faltam 12 por cento dos 600 quilómetros de autoestrada”, os quais é preciso “reivindicar”.
Por seu lado o presidente da Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento, Arnaldo Brás, relembrou que “ao longo de 25 anos os Espanhóis foram aproveitando muito e só falta um bocadinho de autoestrada, porque não se sabe onde terminará exatamente o lado português”, enquanto do lado português admite que “em 25 anos pouco se fez”.
António Tavares

15/05/2024
 

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