COMO SEGUNDO VICE-PRESIDENTE DO CONSELHO FISCAL
Leopoldo Rodrigues eleito nos Municípios Portugueses
A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) realizou, dias 13 e 14 de dezembro, no Centro Cultural de Viana do Castelo, o XXVII Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), que reuniu cerca de 800 autarcas.
A Câmara de Castelo Branco marcou presença, com o presidente da Câmara, Leopoldo Rodrigues, e com o presidente da Assembleia Municipal, Valter Lemos.
Leopoldo Rodrigues foi eleito para o Conselho Fiscal da ANMP, ocupando a terceira posição na lista de efetivos. O Conselho Fiscal é composto por 13 elementos, sendo um presidente, cinco vice-presidentes e sete vogais.
A Câmara de Castelo Branco realça que “a participação ativa de Castelo Branco reafirma o compromisso do Município com uma governação participativa e colaborativa, que visa encontrar soluções para o desenvolvimento local e a melhoria da qualidade de vida da sua população” e acrescenta que “o Município Albicastrense tem adotado uma postura proactiva na construção de um poder local mais forte e eficiente, capaz de responder aos desafios contemporâneos e promover a coesão social e territorial”.
As votações para a eleição dos titulares dos órgãos da ANMP, ou seja, da Mesa do Congresso, do Conselho Geral, do Conselho Diretivo e do Conselho Fiscal, decorreram na tarde de dia 13 de dezembro.
Pedro Pimpão, autarca de Pombal, foi eleito presidente da ANMP, sucedendo a Luísa Salgueiro, que irá presidir à Mesa do Congresso e, por inerência, ao Conselho Geral. O candidato único foi eleito para o mandato compreendido entre 2025 e 2029.
Sob o lema Poder Local - A Proximidade Que Transforma Portugal, o Congresso discutiu temas como a autonomia e descentralização, com propostas de fortalecimento da autonomia local, principais áreas descentralizadas, fundo de financiamento da descentralização (FFD); financiamento local, com a nova lei das Finanças Locais, Orçamento do Estado para 2026, Fundos Europeus, Portugal 2030; sustentabilidade e coesão territorial, com o desafio municipal na habitação, as autarquias na transição verde e energética, abandono rural e risco de Incêndio, mobilidade sustentável e inclusiva como pilar da coesão social e territorial.