Edição nº 1935 - 25 de fevereiro de 2026

António Tavares
Editorial

Aos poucos a recuperação dos danos provocados pelo mau tempo vai avançando.
É garantido que até que tudo seja reposto vai levar tempo, mas como realça a sabedoria popular, nada se faz sem tempo.
Agora, o que importa é que a recuperação seja bem feita e, sobretudo, a pensar que fenómenos como o do comboio que depressões que enfrentamos se podem repetir, como resultado das alterações climáticas.
Ou seja, não vale a pena chorar sobre o leite derramado, mas vale, e muito, a pena aprender com os erros e com o que correu menos bem, para que a prevenção possível seja o mais elevada que se conseguir alcançar. Tal terá custos, mas mais vale gastar mais e fazer bem, do que gastar menos e ser como que um paliativo, que não previne.
A prevenção, aliás, é o campo onde é preciso centrar o foco, porque, no que respeita à resposta a situações como a que vivemos, é boa e rápida. Mas, há que ter em atenção que a resposta, quando surge algo, é importante, mas é de voltar a vincar que a prevenção deve ser a base de tudo.
A depressão deixada pelas depressões, em muitos casos já mal se nota, mas, continuando na prevenção, agora também é tempo de começar a prevenir para os tempos que aí vêm. Ou seja, a primavera e o verão, que com tanta água nos terrenos serão propícios para o crescimento abundante, por exemplo, de vegetação, e depois vêm os fogos florestais, que mais vale prevenir, para que não se tenha que andar a correr atrás do prejuízo.

25/02/2026
 

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