14 de novembro de 2018

EM SESSÃO DO PARLAMENTO
Hortense Martins defende melhor saúde

Hortense Martins apelou à ministra da Saúde, Marta Temido, para que tenha em conta a dimensão dos territórios na hora de decidir o financiamento a atribuir às Unidades de Saúde, questionando “porque não ponderar a área territorial e não só a capitação (número de pessoas)]?”.
A deputada do Partido Socialista (PS) eleita pelo Círculo Eleitoral de Castelo Branco falava no Parlamento, numa audição com o Ministério da Saúde, no âmbito da discussão do Orçamento do Estado para 2019 na especialidade, e lembrou que vive num dos maiores distritos (o quarto com maior área) do País. “São mais de seis mil quilómetros quadrados”, precisou, uma questão que diz não ser de somenos para a prestação de cuidados de saúde às populações e que se reflete no esforço e exigência das unidades de saúde ao nível da sua gestão.
A questão da área, da falta de transportes e o envelhecimento da população influenciam e condicionam de forma decisiva a prestação de cuidados de saúde, defendeu a parlamentar. A deputada chamou a atenção do novo elenco governativo para a necessidade de continuar a investir nas unidades de saúde do Interior, nomeadamente no distrito que representa.
Hortense Martins saudou, ainda, o Governo pelo anúncio da criação das Unidades de Cardiologia de Intervenção e para que se avance com a Medicina Nuclear no Centro Hospitalar da Cova da Beira. A deputada apelou mesmo à nova ministra para que se empenhe “numa saúde que chegue a toda a população”.
Hortense Martins, por outro lado, realçou que “só hၠsaúde com profissionais de saúde, com distribuição adequada de recursos humanos e centrada na necessidade das pessoas, citando as palavras de Marta Temido. No entanto, juntou algumas premissas, ao afirmar que “não hၠboa atração de profissionais sem boas condições de funcionamento nas unidades hospitalares.
Lembrando o investimento que está a ser feito em parceria com a autarquia, no que respeita à Urgência, e aos centros de saúde de Penamacor e da Sertã, a socialista deixou um apelo para que o Governo concretize o investimento já anunciado no bloco operatório do Hospital Amato Lusitano (HAL) da Unidade de Saúde Local de Castelo Branco (ULSCB), o quanto antes.
O secretário de Estado Ajunto e da Saúde, Francisco Ramos, não só concordou como garantiu que Castelo Branco continuará a ser uma prio-ridade, bem como a Cova da Beira e o Interior. “A criação da escola médica na Universidade de Beira Interior é um sinal disso e se o queremos, temos de dar condições quer ao Centro Hospitalar de Cova da Beira, quer à Unidade Local (referindo-se à ULSCB” para se desenvolverem”, assegurou.

14/11/2018
 

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