MOVIMENTO A FAVOR DA ESGIN
Assembleia da República aprova petição por maioria
A petição que o Movimento pela Autonomia da ESGIN levou à Assembleia da República foi aprovada, por maioria, no passado dia 11 de março.
Em nota enviada à Comunicação Social o Movimento realça que a petição teve “os votos a favor dos partidos BE, PCP, CDS-PP, Partido PSD, PEV, PAN, IL e Chega. Votou apenas contra o PS, Partido Socialista”,sendo adiantado que “para nossa surpresa e pasmo, apresentaram declaração de voto a favor da proposta votada por maioria, o senhor e as senhoras deputadas do Partido Socialista, representantes do Distrito de Castelo Branco: Nuno Fazenda, Hortense Martins e Joana Bento, bem como ainda a senhora deputada Alexandra Tavares de Moura”.
Por outro lado é adiantado que “após a votação, as propostas baixam à 8ª Comissão Parlamentar da Educação, Ciência, Juventude e Desporto. Dado o consenso alargado, vai ser elaborada, em reunião conjunta, uma recomendação com texto único que será enviada ao senhor ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior”.
O Movimento recorda todo o processo que conduziu esta esta situação e afirma que “temos esperança que o senhor ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, professor doutor Manuel Heitor, não aprovará os enviesados novos Estatutos do IPCB, porque vai ter em conta a votação inequívoca e maioritária em defesa da sede e autonomia da ESGIN de todos os Grupos Parlamentares, exceto a do Partido Socialista, tomará em conta o Decreto Lei que criou a ESGIN com autonomia e sede em Idanha-a-Nova, que o nosso Concelho possui uma base rural, e na sequência da deliberação nº 55/2015, de 1 de julho, da Comissão Interministerial de Coordenação Portugal 2020, foi classificado como território de baixa densidade, para aplicação de medidas de discriminação positiva e que as políticas apresentadas pelo Governo a bem do Interior também impediriam que a nova Escola Superior de Informática e Gestão, perca a sua sede e respetiva autonomia em Idanha-a-Nova”.