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Maria João Fernandes tem vindo a lutar pela preservação da sua coleção de Arte Contemporânea desde 2014/2015, período em que realizou as duas primeiras grandes exposições deste conjunto, na Biblioteca Nacional de Portugal, e no Museu Municipal de Coimbra. A coleção, que foi alvo em 2020, de uma grande exposição na Fundação D. Luís I, de Cascais, encontra-se atualmente, e até 4 de julho, na Galeria Municipal Casa Amarela, em Castelo Branco.Ao seu projeto inicial de cedência da sua coleção a um organismo público ou a um museu, junta-se agora uma vertente nova, a de que esta seja o ponto de partida do que poderia ser o pioneiro projeto da instalação de uma coleção permanente de Arte Contemporânea Portuguesa, sob os auspícios e a tutela do Ministério da Cultura. Castelo Branco, onde já exitem importantes pólos museológicos, seria em seu entender um destino a considerar.