Proença assume-se como referência no paramotor a nível nacional
O Aeródromo Municipal de Proença-a-Nova voltou a acolher, entre os dias 1 e 5 de maio, o Campeonato Nacional de Paramotor. Na edição deste ano, o Espanhol Vicente Palmero, da Sancti Petri Paramotor, venceu a classificação geral, e Ricardo Campos, do Clube Nacional de Paramotor, venceu entre os concorrentes Portugueses em prova, revalidando o feito do ano anterior.
Eduardo Lagoa, criador da Fly Time, entidade organizadora do evento em Proença-a-Nova, lamenta que as condições meteorológicas não tenham permitido que se realizassem as 12 provas previstas. Ao longo dos cinco dias de atividades, foi possível realizar seis tipos de provas, que foram as de Autonomia, Coletar pontos, Autonomia e navegação, Balizas cronometradas, e Bowling. Eduardo, enquanto membro da organização, não esconde o sentimento amargo, ao afirmar que “queríamos mais, embora o balanço para os atletas seja bastante positivo, porque as condições e infraestruturas que Proença-a-Nova oferece são espetaculares. A meteorologia não nos ajudou, mas conseguimos validar a prova e isso foi o mais importante”.
Para Eduardo Lagoa, atual selecionador nacional de paramotor, o Aeródromo Municipal de Proença-a-Nova tem uma grande vantagem em relação aos outros, “por estar situado numa zona aeronáutica mais calma e direcionada para o desporto, acaba por ser ideal. É isso que os atletas procuram também, condições e espaços onde consigam praticar com maior facilidade”.
Na classificação de pilotos nacionais, Gustavo Dionísio, do Clube de Voo Ascendente, terceiro, e João Pedro Machado, segundo, da Asas do Oeste, completaram o pódio juntamente com o vencedor Ricardo Campos.