FECHADO HÁ SETE MESES
SEMPRE Por Todos quer saber o motivo do Miradouro de São Gens continuar fechado
A coligação SEMPRE Por Todos questionou o presidente da Câmara de Castelo Branco sobre “os motivos que justificam a manutenção do encerramento do Miradouro de São Gens e se existe uma previsão concreta para a sua reabertura” recordando que “o espaço está fechado ao público desde a depressão Kristin, há sete meses”.
A Coligação realça que “o Miradouro de São Gens é um dos principais pontos panorâmicos da cidade e um local de referência para quem visita o centro histórico, assumindo um papel importante na valorização turística e paisagística de Castelo Branco”.
Por isso a vereadora Margarida Lourenço Duarte defende que “é difícil compreender que um dos cartões de visita da nossa cidade continue encerrado em pleno verão, precisamente quando Castelo Branco recebe mais visitantes e deveria valorizar ao máximo os seus espaços turísticos”.
Margarida Lourenço Duarte acrescenta que “compreendemos que a depressão Kristin tenha provocado danos significativos e que a segurança tenha de ser sempre a prioridade. Mas já passaram vários meses e aquilo que os Albicastrenses esperam é saber qual é o plano, o que falta fazer e quando poderão voltar a usufruir deste espaço”.
Sublinha também que “não basta manter um espaço encerrado por tempo indeterminado. É necessário haver transparência, informação e uma estratégia clara para devolver aos cidadãos equipamentos que fazem parte da identidade de Castelo Branco”. Por seu lado, a Coligação considera que a recuperação dos espaços públicos afetados pelas intempéries deve ser “uma prioridade”, mas sublinha que também “é essencial garantir uma comunicação clara sobre os prazos previstos e o ponto de situação das intervenções, sobretudo quando estão em causa locais de elevado valor patrimonial, turístico e simbólico para o Concelho”.
Isto enquanto Margarida Lourenço Duarte considera ainda que “o Miradouro de São Gens não é um caso isolado. Infelizmente, junta-se a outras situações que continuam por resolver, como o estado do Cemitério Municipal de Castelo Branco, onde permanecem visíveis os estragos provocados pela depressão Kristin, com campas danificadas, muros destruídos, árvores abatidas e zonas que continuam a aguardar uma intervenção efetiva”.