8 janeiro 2014

IPCB e UBI assinam dois protocolos de cooperação
Vai nascer um centro de Biotecnologia de Plantas


O Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), da capital de Distrito, e a Universidade da Beira Interior (UBI), da Covilhã, assinaram, terça-feira, em Castelo Branco, dois protocolos de cooperação que envolvem a Escola Superior Agrária (ESA) de Castelo Branco e a Faculdade de Ciências da Saúde da UBI.
Os documentos assinados pelo presidente do Politécnico, Carlos Maia, e pelo reitor da UBI, António Fidalgo, incluem as áreas da biologia da reprodução animal e da biotecnologia de plantas.
Carlos Maia referiu que no âmbito do protocolo da biotecnologia de plantas, será criado um novo centro, o Centro de Biotecnologia de Plantas da Beira Interior, “que engloba também a Câmara do Fundão. O centro vai ficar no parque agroindustrial de Soalheira, no Concelho do Fundão”.
O presidente do Politécnico explicou ainda que neste momento “estamos a lançar concursos para adaptar alguns edifícios e para aquisição de equipamentos. Tudo isto foi submetido a uma candidatura e estamos a aguardar que seja aprovada”.
Carlos Maia realça esta parceria entre o IPCB e a UBI e sublinha que trará “fortes benefícios” para a Região.
“Hoje é um dia importante em que consolidamos a nossa posição e estas parcerias ajudam-nos também a concretizar a missão do IPCB. Cada vez mais aquilo que pudermos fazer em conjunto, não o deveremos fazer isoladamente. Seremos mais fortes quando aproveitamos as potencialidades que existem em cada uma das instituições”, disse o presidente do Politécnico.

IPCB e UBI são
fundamentais para a região
O reitor da UBI congratulou-se com a assinatura dos dois protocolos.
António Fidalgo realça a importância da colaboração entre as instituições de Ensino Superior e disse que “hoje em dia as instituições dependem muito das atividades de investigação”.
“Com estes protocolos estamos a cimentar parcerias estratégicas que darão resultado a breve, médio e longo prazo. É destes pequenos passos que se faz a história das instituições”, disse o reitor da UBI.
“Tanto a UBI como o IPCB têm dezenas de anos de atividade a promover a Região. Penso que as instituições ainda têm muito mais para dar à Região se o fizerem em parceria”, refere António Fidalgo.
Por outro lado, o reitor da UBI sublinhou que no Interior “temos um problema muito sério que é o problema demográfico. Só atraindo em- prego muito qualificado, con- seguiremos que a Região não perca uma parte vital do seu sangue, a juventude”.
António Fidalgo disse mesmo estar convencido que a única “tábua de salvação” que a Região tem, ou pelo menos a mais importante, “são as suas instituições de Ensino Superior. São fundamentais para termos uma sociedade jovem e dinâmica e que importe gente em vez de exportar”.

 

08/01/2014
 

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