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A Viagem
20/09 a 03/03

A Viagem é a exposição da autoria de Xosé Luis Otero que está patente no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco (CCCCB) até março do próximo ano.
Na inauguração da mostra, Xosé Luis Otero explicou o trabalho exposto, aproveitando para realçar que o CCCCB “é uma joia”.
Por seu lado, o curador da exposição, Jorge da Costa, assegurou que A Viagem “é uma exposição fantástica, que nos toca muitíssimo”, para revelar que o autor “trabalhou durante meses para esta exposição”, bem como que “grande parte das obras são inéditas, feitas para este CCCCB”.
Presente na inauguração, o presidente da Câmara de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues, afirmou que a mostra “é um olhar sobre a Galiza que acaba por ser um olhar sobre o Mundo” e acrescentou que o CCCCB “é um equipamento com qualidade, com dimensão, que permite trazer exposições desta dimensão”.
Tudo, para garantir qua a Câmara “é uma entidade que promove a cultura”, área em que não perdeu de fazer uma referência à Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART) de Castelo Branco. De novo focado no CCCCB, relembrou que “temos tido várias exposições de qualidade” e no caso concreta de A Viagem adiantou que “o objetivo é também a ligação a Espanha”.
Aina com a atenção centrada na cultura, Leopoldo Rodrigues chamou a atenção para a importância de “privilegiar as visitas das escolas, e dos alunos”, tendo em consideração “a educação pela arte”.
Na apresentação da exposição é referido que “a obra de Xosé Luis Otero, Nocelo da Pena, Galiza, Espanha, 1966, constrói-se de memórias e materializa-se a partir de objetos, fragmentos, e tantas outras referências resgatadas do longínquo passado em que fixou a sua infância. Cada obra constitui-se como um ossário de lembranças, como estruturas visíveis de uma trajetória que é, em essência, uma complexa viagem interior, com diferentes entradas para a memória. E grandemente um exercício de experiências vividas e que agora desvela, trazendo ao presente algumas das questões existenciais que sempre o inquietaram, como a condição humana, a sua relação com Deus, mas também com o medo, a culpa, o pecado ou a morte. As suas criações são, na verdade, alegrias que dão origem a uma multiplicidade de narrativas e significados que se intercetam, complementam ou dispersam pelos distintos espaços do CCCCB. Xosé Luis Otero assume-se, assim, a semelhança do Minotauro, protagonista do fantástico conto A casa de Astério, de Jorge Luís Borges, como o guia que nos vai conduzindo pelos múltiplos caminhos do seu labirinto. Em cada sala ou corredor, confronta-nos com uma intricada trama de acontecimentos, sobretudo com os seus medos e fragilidades, mas também com episódios trágicos, cujas histórias tanto se alicerçam a partir de referências reais com se misturam com o fantástico da cultura popular ou da mitologia clássica. A sua obra é gerada por imagens parcelares ou fragmentos, como se neles capturasse uma determinada fração de espaço e de tempo, um lugar e um momento. São destroços de vivências ou histórias relembradas pelos avós, que parecem funcionar como arqueologias de espaços agora desabitados, lugares de esquecimento, silenciosos, vazios, que encerram a tensão do que aí, em algum momento, parece ter acontecido. Há no seu trabalho uma predileção pelos grandes formatos, pelas composições agrupadas e pelas montagens cenográficas, que combina num jogo de arquiteturas e de tantas outras estratégias processuais que continuamente desafiam o visitante a uma experiência profundamente imersiva”.
AT

 

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