9 de março de 2016

SOCIALISTAS ATENTOS À POLUIÇÃO DO TEJO E À SITUAÇÃO DA CENTRAL NUCLEAR DE ALMARAZ
Distrital do PS refuta processos “pouco rigorosos e levianos”

A Federação Distrital do Partido Socialista (PS) de Castelo Branco reafirma o empenho na defesa da despoluição do Rio Tejo, mas adianta que não se deixa conduzir por processos “pouco rigorosos e até levianos” que afetam todos.
“O Partido Socialista está assim totalmente empenhado em defender um rio despoluído mas não se deixa conduzir por processos, pouco rigorosos e até levianos que mancham todas as empresas e afetam todos”, refere em comunicado a Federação Distrital de Castelo Branco do PS.
A presidente da Distrital e deputada do PS Hortense Martins diz que tem estado a acompanhar o assunto desde o seu início e sustenta que “naturalmente, que todos e em todos os concelhos, não só em Vila Velha de Ródão, têm que cumprir a lei e zelar por um rio vivo e com qualidade ambiental”.
Contudo, sublinha que também deve ser assegurado “o cumprimento dos caudais definidos na lei e zelar para que todas as entidades, portuguesas e espanholas se concertem para o cumprimento da lei, visando um Rio Tejo despoluído e vivo”.
Explica ainda que tomou a iniciativa de pedir uma reunião ao ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, e que este lhe assegurou “o seu total empenhamento na despolui-ção do Rio Tejo assim como no acompanhamento da situação da central de Almaraz”.
Hortense Martins adianta que foi informada que o Governo, “já solicitou ao Governo espanhol respostas acerca desta situação” e que simultaneamente, lhe foi assegurado, que o Governo “está totalmente empenhado na segurança dos portugueses, que jamais poderá ser posta em causa”.
“Recentemente notícias sobre estes dois temas (poluição do Tejo e Almaraz) foram mediatizadas, tendo sido realizadas várias reuniões, na Comissão Parlamentar do Ambiente, com a Agência para o Ambiente e também com alguns autarcas que presidem aos concelhos por onde passa o Rio Tejo”, lê-se no documento.
Os socialistas recordam ainda que as questões agora vindas de novo a público, “já não são novas”, mas consideram que “importa aprofundar o que está a acontecer, com rigor, sentido de responsabilidade e não levado por meros boatos ou avaliações levianas ou precipitadas”.

09/03/2016
 

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