António Tavares
Editorial
O Dia da Europa foi comemorado no passado domingo, 9 de maio. Uma data que tem como finalidade festejar a paz e a unidade da Europa e que assinala o aniversário da Declaração Schuman. Relembre-se que em 1950, Robert Schuman, que era o ministro dos Negócios Estrangeiros francês, no decorrer de um discurso proferido em Paris, deu a conhecer a sua visão de uma nova forma de cooperação política na Europa.
Este ano o Dia da Europa foi comemorado sob a Presidência Portuguesa da União Europeia, que teve o seu momento alto na passada sexta-feira e sábado, 7 e 8 de maio, com o Porto a receber a Cimeira Social, que serviu para delinear a agenda social da Europa para a próxima década.
O Dia da Europa, a exemplo do que aconteceu no ano passado, foi assinalado sob o efeito da pandemia de COVID-19, devido à qual, mais do que nunca, a união entre os países europeus é importante. Um aspeto fundamental no combate ao novo coronavírus, ou seja, na vertente da saúde. Mas não só, pois a união também é de vital importância noutras áreas, de entre as quais sobressai a económica. Tudo, porque a união entre os Estados-Membro se revela um ponto importantíssimo para ultrapassar a crise que se vive e que se prolongará por algum tempo.
Dois conhecidos provérbios afirmam que A união faz a força, ou Juntos somos mais fortes. Assim, há que ter a esperança que tal se verifique, com a Europa a assumir a união, para vencer esta crise pandémica, mas também outras, para que os europeus vivam melhor.