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Edição nº 1767 - 16 de novembro de 2022

E PROLONGA-SE ATÉ 3 DE DEZEMBRO
Fora do Lugar começa esta quinta-feira

A 11ª edição do Festival Fora do Lugar – Festival Internacional de Músicas Antigas começa em Idanha-a-Nova esta quinta-feira, 17 de novembro, e prolonga-se até dia 3 de dezembro.
Com a direção artística de Filipe Faria, produzido pela Arte das Musas em parceria com a Câmara de Idanha-a-Nova - UNESCO Creative City of Music, e financiado pela Direção-Geral das Artes, segundo avança Filipe Faria “este é o ano do regresso ao futuro. Depois de tanto tempo em suspensão, a ver os nossos lugares (e os dos outros) pela janela, voltámos. Nestes anos não chegámos a habitar realmente as coisas. Ou parecia mesmo que não. Experimentámos menos. Sonhámos que sim, acordámos no mesmo lugar. Vimos todos os nossos lugares através das janelas, por vezes conseguimos ouvir, por vezes mesmo falar… mas, tantas vezes, o lugar onde estávamos não era o lugar onde queríamos estar”.
Por seu lado, o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, realça que “em Idanha-a-Nova, continuaremos a trilhar um caminho feito de legados, mas de rosto voltado para o futuro. Nestas terras, onde semeamos tradição e colhemos inovação, o Fora do Lugar encaixa na perfeição. A visão desempoeirada dos conceitos de lugar, tempo e cultura que caracteriza o festival propicia vivências únicas e memoráveis”.
A edição deste ano propõe música, conversas, caminhadas, encontros entre os músicos, exposições, natureza, cinema, gastronomia, programa educativo, com 26 propostas em nove dias de programação.
Na abertura do Festival, esta quinta-feira, 17 de novembro, marca presença o programa educativo Interruptor Som.
Na próxima sexta-feira, 18 de novembro, na Catedral de Idanha-a-Velha, será ouvida a música do Sul do Mundo, de Martín Sued, bandoneonista Argentino e um dos maiores criadores da sua geração, acompanhado pelo Brasileiro Gabriel Selvage com o seu violão de sete cordas.
Já no próximo sábado, 19 de novembro, no Lagar de Monsanto, é a vez do projeto Sephardica, de Espanha, de Emilio Villalba, com um programa dedicado à música das mulheres sefarditas.
Dia 25 de novembro, no Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova, sobe ao palco o ensemble Myrtho, da França/Suíça, de Laetitia Marcangeli, com um programa ao gosto de Eros, uma viagem amorosa por temas gregos, córsicos, franceses e sefarditas.
Dia 26 de novembro, na Ermida da Senhora da Azenha, a Armonía Concertada da icónica soprano argentina María Cristina Kiehr, acompanhada pelo alaudista Ariel Abramovich, traz um livro de música de vihuela imaginário.
Dia 2 de dezembro, na Igreja Matriz de Penha Garcia, o ensemble espanhol La Guirlande, de Luis Martinez, interpreta um programa dedicado integralmente a J. Haydn (1732-1809) e ao período que o compositor Vienense esteve ao serviço da corte da família Esterházy, uma das mais ricas e influentes famílias do Império Austro-Húngaro.
Dia 3 de dezembro, na Catedral de Idanha-a-Velha, a gambista espanhola Pilar Almalé encerra o programa, com o seu quarteto franco-espanhol e a sua nova música antiga.
Pelo meio haverá um concerto secreto no qual o público inscrito desconhece o conteúdo e o local, sendo que as coordenadas são partilhadas com 24 horas de antecedência.
Haverá também quatro sessões do programa educativo com os Interruptores de Baltazar Molina, percussionista e multi-instrumentista.
A isto há a somar duas Conversas Caminhadas, encontros entre músicos e público inscrito pelas aldeias da região de Idanha-a-Nova, assim como três encontros abertos ao público entre os músicos que visitam a região e os que cá estão. Deste modo haverá encontros abertos entre Martín Sued (Argentina) e Gabriel Selvage (Brasil) e a Filarmónica Idanhense, entre o ensemble Myrtho (França/Suíça) e o grupo de adufes do Rancho de Penha Garcia e entre Almalé (Espanha/França) e as Adufeiras de Idanha-a-Nova.
O programa incluiu igualmente duas Caminhadas de Observação de Aves com os parceiros Fora do Lugar, Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA); três inaugurações de exposições dedicadas à Arte Visigótica e aos projetos Antes dela dormir e Aqui estão as palavras todas, da autoria de Filipe Faria, integradas no Museu dos Sons Perdidos, dois momentos em torno da gastronomia regional, com a Tertúlia com Sopa e Jantar Pobre, interpretado por Paulo Longo, no Centro Cultural Raiano; duas propostas dedicadas ao cinema documental, com Oh dear Sara, de Patricia Franquesa, em parceria com o DocLisboa – Festival Internacional de Cinema, e Curtas Metragens Internacionais em parceria com o CineEco Seia – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela.

16/11/2022
 

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