Edição nº 1811 - 27 de setembro de 2023

António Tavares
Editorial

O estudo Os Portugueses e as Redes Sociais, da Marktest, revela que 23,5 por cento dos inquiridos, ou seja, um em cada quatro Portugueses, abandonaram pelo menos uma rede social no último ano. O principal motivo apontado foi a falta de interesse. Um dado que significa que as redes sociais não são assim tão importantes como se acreditava. Tudo indica que as pessoas estão a perceber, por exemplo, que as notícias se encontram em órgãos de Comunicação Social e não no que pseudojornalistas escrevem por belo prazer, sem qualquer rigor e muitas vezes com mentiras. Significará também que as pessoas se estão a aperceber dos perigos existentes nas redes sociais. Porque se é verdade que as redes sociais são uma vantagem, quando usadas devidamente, por outro lado são um perigo, e bem grande, se assim não for.
E por falar em novas tecnologias, é também de destacar que a Suécia decidiu dar um passo atrás ao abandonar os manuais digitais e regressar aos tradicionais, em papel, porque as crianças estava a ter mais dificuldades na literacia em leitura.
Mas isso acontece na Suécia, porque por cá, neste país que quer evoluir, mesmo com exemplos destes, estamos em contraciclo, com a implementação dos manuais digitais em detrimento dos de papel. Será que não aprendem com os erros dos outros, ou como se costuma dizer: É preciso fazer um desenho?

27/09/2023
 

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