António Tavares
Editorial
O Dia Mundial da Liberdade é celebrado na próxima sexta-feira, 23 de janeiro. Trata-se de uma celebração criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e proclamada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), com a finalidade de reforçar a importância da liberdade como um direito humano fundamental.
Um direito que ao longo da história tem teimado em não ser assegurado, em todo o Mundo.
Mesmo em pleno século XXI a liberdade, infelizmente, continua a não ser um direito fundamental para muitos milhões de pessoas, nas mais variadas geografias, pois embora o problema seja mais grave em países considerados subdesenvolvidos, também não deixa de ser uma realidade em países ditos desenvolvidos, alguns deles supostamente democráticos.
Isto não se podendo deixar de perder de vista que liberdade e democracia andam de mãos dadas, formando um duo de vital importância.
Por isso mesmo, Portugal assume-se como um país que comemora a liberdade duas vezes por ano. A primeira é o Dia Mundial da Liberdade, a 23 de janeiro, ao que se junta uma data ainda mais importante, o 25 de Abril, o Dia da Liberdade, que recorda a Revolução dos Cravos, que levou a que o País tenha posto fim a uma ditadura que durou 48 anos, entre 28 de maio de 1926 e 25 de Abril de 1974.