Edição nº 1928 - 7 de janeiro de 2026

Idanha-a-Nova recebe mais uma edição do i-Danha Food Lab

Idanha-a-Nova recebeu, dia 5 de dezembro, mais uma edição do i-Danha Food Lab. Tendo como palco o Fórum Cultural, esta iniciativa deu conta da inovação, da sustentabilidade e do papel do território na transição para sistemas alimentares mais resilientes e regenerativos.
A edição deste ano teve como tema central O Microbioma do Solo para uma Agricultura Resiliente, explorando o impacto dos microrganismos no equilíbrio dos ecossistemas e no futuro da agricultura.
O evento, que se realiza desde 2016, juntou empresas, agricultores, startups, investigadores e decisores, promovendo a colaboração entre ciência e prática agrícola, num programa que ligou o solo, a tecnologia e o futuro.
Na sessão de abertura, a presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Elza Gonçalves, referiu a importância do evento e de “todos os participantes, parceiros, produtores, investigadores, empreendedores e decisores”, para de seguida “valorizar quem mais merece, o nosso povo de Idanha” e concluir que “as mulheres e os homens da nossa terra são o alicerce de tudo o que aqui construímos. São eles que guardam a sabedoria do campo, que mantêm viva a ligação ancestral à terra e que, todos os dias, dão provas de resiliência, de criatividade e de uma coragem silenciosa que tantas vezes passa despercebida, mas que é o verdadeiro motor deste território”.
Elza Gonçalves salientou que “o i-Danha Food Lab existe, porque existe esta força humana extraordinária, esta capacidade de cuidar do solo enquanto se projeta o futuro”, pelo que “a cada Idanhense, deixo o meu mais profundo agradecimento. Esta é a terra onde se semeia tradição e se colhe inovação”.
Para a autarca o i-Danha Food Lab “é mais do que um encontro técnico ou profissional. É a celebração de uma visão. A visão que o Interior pode ser protagonista da inovação; que a sustentabilidade nasce no terreno, junto de quem conhece as plantas, os ciclos da água, os ritmos da natureza; e que a transformação do setor agroalimentar português só será completa quando integrar o conhecimento e o potencial dos territórios rurais” assegurando que “Idanha tem mostrado, ano após ano, que está preparada para liderar esta mudança. Juntos, temos construído um espaço que não é apenas um palco para apresentar ideias, mas sim um laboratório vivo de inovação, onde produtores, investigadores e empresas trabalham lado a lado para testar soluções, repensar processos, criar novas oportunidades e gerar impacto real”.
Os Prémios Biolog, para os melhores operadores biológicos nacionais, foram atribuídos à SaliGreen, que recebei o Prémio Inovação; Rainha do Sol, com o Prémio Sustentabilidade Social); Bio Castelo, com o Prémio Agricultura Regenerativa; e Candeio, com o Prémio Escolha do Público.
Recorde-se que o i-Danha Food Lab resulta de uma parceria entre a BGI Sustainable Ventures, o Food4Sustainability CoLAB e a Câmara de Idanha-a-Nova.

07/01/2026
 

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