NO PRÓXIMO SÁBADO, 21 DE MARÇO, NA BIBLIOTECA DE ALCAINS
Alma Azul assinala Dia da Poesia
A Alma Azul, com o apoio da Câmara de Castelo Branco e da Junta de Freguesia de Alcains, dinamiza, no próximo sábado, 21 de março, a partir das 16 horas, na Biblioteca de Alcains, uma sessão para assinalar o Dia Mundial da Poesia e apresentar a poesia do Albicastrense Rui Dias Monteiro, que é poeta e artista visual.
No regresso de Rui Dias Monteiro a Alcains, estará em destaque o livro Poemas Copiosos, edição da Câmara de Castelo Branco, em fevereiro de 2021, que apresenta a residência artística de Rui Dias Monteiro em Alcains, em 2018.
Como escreve o autor no livro, “estes poemas copiosos começaram a ser escritos a propósito do Castelo de Artes - Encontros de Castelo Branco, em 2018, procurando uma leitura sensível sobre o caráter especial da vila de Alcains e a sua população. Essa seria a proposta de partida e eu viveria lá por duas semanas em outubro, acabado de chegar da Islândia. Assim foi, mas tão viciante se tornou a pesquisa que continuei a trabalhar e, como livro, este conjunto só ganhou forma nos meses seguintes, entre Portugal e o Brasil”.
Será a residência artística realizada por Rui Dias Monteiro em Alcains e os seus Poemas Copiosos o centro da Conversa Aberta sobre Poesia na Biblioteca de Alcains, que contará também com a presença de Carlos Semedo, responsável pela residência artística de Rui Dias Monteiro em Alcains, em 2018.
Rui Dias Monteiro nasceu em Castelo Branco, em 1987, é poeta, artista visual e curador.
Vive em Lisboa desde 2005, passou por São Paulo entre 2017 e 2019, mas como ele escreve, “volta sempre à Beira Baixa”.
Frequenta atualmente o mestrado em Curadoria, no Colégio das Artes, em Coimbra; estudou e concluiu o Curso Avançado de Fotografia e Projeto Individual no Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Social, e ainda Produção Artística na Escola António Arroio; além de possuir uma pós-graduação em Discursos da Fotografia Contemporânea, pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Antes da Residência em Alcains, esteve em residência artística na Fundação Armando Alvares Prateado, em São Paulo, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.
Como poeta publicou Reunião de pedras e Fazer fogo à noite, na editora não edições, entre outros livros; e como artista visual Basta que um pássaro voe, em 2020, num projeto da Terceira Pessoa.
Trabalha atualmente como gallery manager, na Salgadeiras Arte Contemporânea.