PSD afirma estar a acompanhar situação da Linha da Beira Baixa
A Comissão Política Distrital do Partido Social Democrata (PSD) de Castelo Branco afirma, em comunicado, que “acompanha com atenção a interrupção temporária da circulação ferroviária na Linha da Beira Baixa, motivada pela realização de obras necessárias para reposição das condições de circulação”.
O presidente da Distrital, Manuel Frexes, “já manifestou junto do Gabinete do Ministro das Infraestruturas e Habitação a sua preocupação com os impactos que esta situação poderá causar aos utilizadores da linha, em particular aos cidadãos do Distrito de Castelo Branco que dependem diariamente deste serviço”.
Manuel Frexes afirma que “transmitimos ao Gabinete do Ministro das Infraestruturas e Habitação a nossa preocupação com os transtornos que esta intervenção poderá causar aos passageiros” e adianta que “foi-nos garantido que o transbordo e o transporte alternativo dos utentes serão assegurados pela CP, procurando minimizar ao máximo os constrangimentos”.
De acordo com os social democratas, “no âmbito das soluções previstas, fontes do Ministério das Infraestruturas adiantaram que será assegurada uma alternativa de transporte para os passageiros. O serviço Regional circulará entre Mouriscas-A e Vila Velha de Ródão, enquanto o Intercidades fará ligação até Abrantes, sendo depois garantido transporte rodoviário entre Abrantes e a Guarda, de forma a assegurar a continuidade das viagens”.
Manuel Frexes sublinha que “esta é uma intervenção necessária, provocada pelas recentes intempéries, para restabelecer a circulação e a segurança da linha, reconhecendo, no entanto, que a obra decorre numa zona de acesso difícil, o que explica
a duração prevista da intervenção. Sabemos que o local onde decorre a intervenção apresenta complexidade técnica e de acessos, o que justifica o tempo necessário para a sua execução. A situação é muito difícil, porque caiu um talude ao rio e com a instabilidade das terras saturadas com a água das chuvas a obra tem de ser feita com cautelas e é acessível apenas pelo rio ou pela própria via, daí as dificuldades acrescidas.
Ainda assim, é fundamental garantir que os transtornos para os passageiros sejam reduzidos ao mínimo possível”.