NA RUA DO ARRESSÁRIO, ZONA HISTÓRICA DA CIDADE
Museu Académico e Sede da Associação Académica inaugurados
O Museu Académico e a nova Sede da Associação Académica de Castelo Branco, na Rua do Arressário, na Zona Histórica de Castelo Branco, e que conta com um acervo e arquivo documental que são testemunhos históricos da vivência académica ao longo dos tempos, foram inaugurados na passada sexta-feira, 20 de março, no âmbito das Comemorações do Dia da Cidade.
Na cerimónia, o presidente da Associação Académica de Castelo Branco, Alexandre Pinto Lobo, destacou a importância deste momento, afirmando tratar-se de “um sonho tornado realidade, depois de muitos anos de trabalho e insistência”.
Alexandre Pinto Lobo sublinhou o percurso desenvolvido ao longo dos últimos três anos à frente da instituição e agradeceu a todos os que contribuíram para a concretização do projeto.
Referiu também que “este museu não está acabado, é um projeto em contínua atualização”, salientando a existência de um vasto espólio fotográfico, tanto físico como digital, e manifestou a ambição de, no futuro, Castelo Branco vir a acolher “o maior espólio digital académico do País”. Concluiu afirmando que “este é um espaço de todos os estudantes e de toda a cidade”.
Por seu lado, o presidente da Câmara de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues, considerou que “este é um dia singular e importante”, assinalando a concretização de “um sonho antigo”.
Leopoldo Rodrigues destacou que o projeto se enquadra na estratégia municipal para a revitalização da Zona Histórica, sublinhando que a reabilitação de edifícios devolutos, aliada à presença de estudantes, contribui para trazer nova dinâmica e vitalidade ao centro da cidade. O autarca informou ainda que, “nos próximos tempos, a Câmara prevê continuar a investir na reabilitação de imóveis para disponibilização a Repúblicas de Estudantes”, reforçando o papel dos jovens na dinamização e valorização deste território, dando “mais vida, animação e futuro”.
Esta intervenção consistiu na reabilitação de um edifício de dois pisos, de cariz habitacional unifamiliar, que se encontrava, no geral, devoluto, e que conta agora na sua fachada com um mural da autoria do artista João Robalo.