3 de outubro de 2018

António Tavares
Editorial

O pagamento de portagens na Autoestrada da Beira Interior (A23) está mais uma vez, e nunca é demais, na ordem do dia. A Região não se conforma com este custo, tanto para o cidadão comum, como para os empresários, ou até para os turistas que aqui se deslocam, dinamizando a economia local. Por isso, as iniciativas e protestos contra o pagamento das portagens ganham dimensão, na tentativa de pressionar quem de direito para o regresso das portagens Sem Custos para o Utilizador (SCUT), de modo a que o Interior seja ajudado na sua luta contra a desertificação e os problemas económicos e sociais, entre outros, daí resultantes.
Mas esta não é a única causa que origina movimentações, grande parte delas políticas, até porque é aos políticos que compete defender os cidadãos que os elegeram. Igualmente na ordem do dia está a luta contra o famigerado e contínuo fecho de estações dos CTT que, obviamente, trazem constrangimentos paras as populações que servem.
O que importa é fazer com que esta região do Interior vingue, por quem cá vive, claro está, mas, entre outros fatores, também pela forte importância que tem na história do todo nacional e que é cada vez mais valorizada. Prova disso é que recentemente foi descoberta mais uma nova porta de Idanha-a-Velha; a antiga Capela de São Bartolomeu foi redescoberta e, passados 100 anos após a última romaria, voltou a receber visitantes; e estão a ser desenvolvidos esforços para que os restos mortais do pedagogo António de Sena Faria de Vasconcelos Azevedo, reconhecido internacional e internacional, regressam a Castelo Branco , a sua terra natal.
Assim se mantém viva a história que dá força e razão de ser a um povo.

03/10/2018
 

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