SÁBADO, DAS NOVE ÀS 20 HORAS
Alma Azul assinala 250 anos da cidade com desafio aos leitores
A Alma Azul assinala os 250 anos da cidade de Castelo Branco com um desafio a todos os leitores Albicastrenses e a todos os outros que de algum modo conhecem a Cidade, capital do Distrito de Castelo Branco.
Para participar basta enviar para o correio eletrónico [email protected] uma frase a definir a Cidade de Castelo Branco, no próximo sábado, 20 de março, das nove às 20 horas. Não um poema, uma carta ou uma nota histórica, mas apenas uma definição da cidade albicastrense.
A Alma Azul premiará 25 dessas frases com a oferta de um dos livros, à escolha do premiado, que podem ser Monografia de Castelo Branco, de António Roxo; ou Confraria de Nossa Senhora do Rosário – Espelho de Quereres e Sentires, de Maria Adelaide Neto Salvado.
Recorde-se que Nossa Senhora do Rosário foi escolhida como padroeira de Castelo Branco, em sessão de Câmara, no dia 15 de julho de 1787.
A Monografia que António Roxo dedicou à cidade, teve uma primeira edição em 1890, impressa na Typographia Progresso, mas a edição que será oferecida é a de 2005, editada pela Alma Azul, com o apoio da Câmara de Castelo Branco.
António Roxo foi um investigador local apaixonado pela sua cidade, que recolheu na monografia muita da história e vida de Castelo Branco, até ao Século XIX. Trata-se um investigador com gosto pela escrita, como indica o extraordinário relato das Invasões Francesas pela Rua de Santa Maria, na ocupação do Paço Episcopal, e a descrição de muitas das pilhagens dos soldados Franceses em Castelo Branco.
O livro Confraria de Nossa do Rosário de Castelo Branco – Espelho de Quereres e Sentires, é de 1998, numa edição da A Mar Arte, de Coimbra; e ao longo das 558 páginas narra a história da Confraria que marcou a cidade durante séculos, desde o Século XVII, muito antes de o Município ter decretado Nossa Senhora do Rosário como padroeira da cidade de Castelo Branco.