Edição: 1732
| Ano XXXIII | 9 de março de 2022
Castelo Branco recebeu, dia 8 de fevereiro, uma reunião de várias organizações do setor agropecuário, florestal, frutícola, apícola e de regantes, para discutir medidas no sentido de aliviar os efeitos da seca na área de atuação dos seus associados.As medidas apontadas passam por implementar uma política da nacional da água que se traduza regionalmente, seja na introdução de novos regadios ou de reabilitação dos existentes, com o apoio do PRR; cumprir intransigentemente o Programa Nacional de Regadios; agilizar de imediato medidas que permitam a construção de charcas, poços ou furos e seu licenciamento; agilizar procedimentos de captação de água e de aquisição de equipamentos de distribuição de água, seja para abeberamento ou para sobrevivência de culturas; apoiar com urgência as medidas que promovam a conservação dos polinizadores e respetivos habitats, nomeada e especificamente com apoio direto à apicultura, que representa o principal agente polinizador; autorização urgente para pastoreio de pousios e de culturas anuais; autorização necessária de alimentação convencional nas explorações em modo biológico; agilizar e apoiar os procedimentos para aquisição de painéis fotovoltaicos; introduzir urgentemente o apoio à eletricidade verde em 20 por cento sobre o valor total da fatura, independentemente da dimensão da exploração ou beneficiário; seguros agrícolas devem considerar a seca como fenómeno meteorológico de risco; introduzir imediatamente um apoio aos produtores que permitam fazer face ao perverso aumento de custos de produção. Este apoio temporário e forfetário, direcionado especialmente à alimentação animal, deverá ser calculado por cabeça normal/enxame apícola; incentivar a população portuguesa ao consumo da produção regional através da valorização das cadeias curtas de abastecimento, a nível nacional.