DIA 21 DE FEVEREIRO
A Cor da Liberdade na Casa da Poesia Eugénio de Andrade
A Alma Azul, no mês em que distribui por todo o País o livro Eugénio de Andrade – Da Beira Baixa ao Porto, vai à Casa da Poesia Eugénio de Andrade, em Póvoa de Atalaia, no próximo dia 21 de fevereiro, a partir das 15h30, para uma Conversa com Leituras Sobre a Liberdade.
Segundo é adiantado, “A Cor da Liberdade, programa que assinala os 50 anos da Revolução de abril de 1974 e os 25 anos de trabalho da Alma Azul, encontra em Póvoa de Atalaia um dos seus locais de acolhimento mais adequados: uma aldeia à beira da Serra da Gardunha, com um nome tutelar da poesia em Língua Portuguesa: Eugénio de Andrade; ou José Fontinhas, nome com que nasceu na aldeia do Concelho do Fundão”.
Agrupar a população de Póvoa de Atalaia a outros leitores entusiastas da poesia de Eugénio de Andrade ou pelos poetas que o autor de Os Amantes sem Dinheiro acolheu na sua Antologia Pessoal de Poesia Portuguesa, editada em 1999, precisamente no ano em que a Alma Azul foi criada, será uma tarefa para manter viva a poesia que Eugénio de Andrade acolheu e respirou nas casas e nos campos da Atalaia.
Na Casa da Poesia Eugénio de Andrade estarão as palavras dos seus amigos mais próximos, também eles dedicados ao árduo ofício da poesia, como Jorge de Sena, Carlos de Oliveira, Sophia de Mello Breyner Andresen e alguns outros.
O título da sessão literária Alma Azul nasce precisamente de um poema de Jorge de Sena que o Museu do Aljube inscreveu numa das suas paredes: A Cor da Liberdade.