Edição nº 1835 - 13 de março de 2024

JOÃO RIBEIRO ELEITO DEPUTADO
“É uma clara vitória para o Chega”

João Ribeiro, que era o cabeça de lista pelo Círculo Eleitoral de Castelo Branco, nas eleições Legislativas do passado domingo, 10 de março, foi eleito deputado revelando-se visivelmente satisfeito, porque “é uma clara vitória para o Chega” e realça que “é a primeira vez, desde que elegemos (Distrito) cinco deputados e agora só quatro, que é eleito um deputado que não é nem do Partido Socialista (PS), nem do Partido Social Democrata (PSD), é do Chega”, para concluir que “isso prova claramente que o voto útil no Interior, também é o voto no Chega. Isso viu-se e vou ser uma voz muito ativa em Lisboa”.
João Ribeiro sublinha que “tivemos mais de 21 mil votos, quase que triplicamos a nossa votação. Aliás, na cidade de Castelo Branco tivemos 25 por cento dos votos, o que dá uma prova, e eu sou deputado eleito aqui na Assembleia Municipal de Castelo Branco, que houve um reconhecimento do nosso trabalho e é isso que quero continuar a fazer, levar a nossa voz até Lisboa, trazer as coisas que interessam para o Interior do País”.
De caminho João Ribeiro adianta que “temos mais deputados eleitos pelo Interior do País, pelo Chega” e assegura que “vai ser uma força muito ativa em Lisboa, ao contrário daqueles que têm estado estes 30 anos que não nos representam, representam só o partido deles e não ao nosso Interior”.
Depois de na campanha eleitoral ter afirmado que “há que fazer pressão para que o Governo olhe para o Interior”, João Ribeiro assegura que “tem que ser”, uma vez que “se continuarmos assim até vamos perder mais um deputado, porque estamos a perder pessoas todos os dias” e denuncia que, até agora, “a solução é uma imigração descontrolada, não é uma ideia de base que traga pessoas para o Interior, que fixe pessoas no Interior”.
De caminho recorda, tal como já havia afirmado, que nesta área “os jovens não precisam que lhes deem nada, precisam é não os atrapalhem e neste momento estão a ser atrapalhados. Nós queremos que isso mude e claramente temos que mudar, virar à direita”, para defender que “o País disse, claramente, que queria virar à direita”, uma vez que “as pessoas afluíram às urnas, como não afluíam há mais de 30 anos, para dar claramente uma vitória à direita. Isso prova que quando as pessoas vão às urnas as pessoas votam na direita, quando não vão ganha a esquerda. Isto é uma prova clara que em Portugal as pessoas querem virar à direita, ter um governo de direita, valorizar quem trabalha e deixar de lado quem não quer fazer nada”.
António Tavares

13/03/2024
 

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