22 de fevereiro de 2017

ESCUDERIA ORGANIZA RALI DE CASTELO BRANCO
Bólides voltam à estrada dias 11 e 12 de março

A emoção das provas do Campeonato Nacional de Rali regressa a Castelo Branco, nos dias 11 e 12 de março, com o Rali de Castelo Branco, organizado pela Escuderia Castelo Branco (ECB).
A prova foi apresentada segunda-feira, no Salão Nobre da Câmara de Castelo Branco, com o presidente da Escuderia, António Sequeira, a salientar que “não seria possível um evento desta grandeza sem o apoio da Câmara de Castelo Branco” e a chamar a atenção par “a parceria e cumplicidade da Câmara com as instituições”.
António Sequeira referir que esta é a segunda prova do Campeonato e pelo meio aproveitou para falar no kartódromo que será construído pela autarquia no Parque de Desportos Motorizados, sendo esta uma infraestrutura que considera “positiva para Castelo Branco e que pode dar continuidade ao desporto motorizado”, avan- çando que “temos condições para a realização de bajas, de enduro, de ralis e de provas no Parque de Desportos Motorizados, pelo que só nos faltava o kartódromo”.
Na apresentação do Rali, o presidente da Câmara, Luís Correia, afirmou que esta “foi um aperitivo para um grande momento e um grande evento” e acrescentou que “Castelo Branco deve-se orgulhar do momento que está a atravessar”, destacando o facto da “Escuderia ter capacidade e força para a organização”. Tudo para tecer um elogio, ao referir-se “à dinâmica que tem sido criada por esta associação”.
No que respeita ao kartódromo Luís Correia avançou que “há medida que vai havendo apetência, vamos acres- centando algo mais” e defendeu que o objetivo da autarquia “é atrair pessoas a Castelo Branco, sendo também uma forma de levarmos Castelo Branco mais além”.

O Rali visto
à lupa
Luís Dias é novamente o diretor do Rali, no qual, segundo adianta, são esperados “cerca de 80 concorrentes”, distribuídos pelas provas do Campeonato Nacional de Ralis, Campeonato Nacional de Clássicos de Ralis, Campeonato Nacional de Ralis de Iniciados, Campeonato Nacional de Ralis GT, Taça Nacional de Ralis de Asfalto, Challenge Citroën DS3 R1, Trofeo Clio R3T Ibéria e ainda um rali extra, que será mais curto e se destina a máquinas menos competitivas e a equipas com menos recursos. Os motores começam a roncar dia 10, uma vez que como adianta Luís Dias, nesse dia “definimos um percurso com cerca de três quilómetros para as equipas realizarem o shakedown com todas as condições de segurança. Além disso, está situado muito perto do parque de assistência, localizado no Parque das Feiras (Mercado)”, realçando que “assim, as equipas não têm de mobilizar os seus meios, o que é uma vantagem”.
Depois dias 11 e 12 as equipas têm pela frente provas especiais de classificação (PEC) que totalizam quase 120 quilómetros a correr contra o cronómetro.
O primeiro troço, Sarzedas, com 12,72 quilómetros, é percorrido dia 11, a partir das 16h58. Segue-se a classificativa de Vidigal, com 18,35 quilómetros, a partir das 18h35.
O primeiro dia termina com a já habitual superespecial noturna, com 2,32 quilómetros, a partir das 21 horas, na zona envolvente da Rotunda da Europa.
Dia 12, a primeira PEC a ser disputada é S. Domingos, com 9,12 quilómetros, às 10h46, seguindo-se Fonte Longa, com 14,23 quilómetros, a partir das 11h04, e Alvito, com 19,29 quilómetros, a partir das 11h30.
Na parte da tarde os mesmos troços são de novo percorridos, pela mesma ordem, às 14h36, 14h54 e 15h27.
Luís Dias realça que “este é um rali com pisos muito bons. Em termos de afinações, não é demasiado exigente, porque o funcionamento dos carros é semelhante em praticamente todos os troços. Tem poucas curvas com problemas de sujidade após a passagem dos primeiros pilotos, porque as bermas são bastante compactas. No geral, podemos dizer que é um rali rápido, mas com zonas bastante técnicas”.
O diretor de prova sublinha ainda que uma das preocupações da organização está na segurança dos concorrentes e dos espectadores. Nesse sentido foram criadas zonas espetáculo “em todas as classificativas, para as pessoas poderem assistir ao rali com todas as condições de segurança e o máximo conforto possível”, acrescentando ainda que, para além disso, nessas zonas espetáculo “também haverá serviços disponíveis, como espaços de alimentação, para que os espectadores não sintam a neces- sidade de sair e perder a passagem dos concorrentes”.

22/02/2017
 

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