SOCIEDADE DOS AMIGOS DO MUSEU FRANCISCO TAVARES PROENÇA JÚNIOR
Adelaide Salvado distinguida como sócia honorária
A Sociedade dos Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior lançou, no passado sábado, 13 de dezembro, o oitavo número da revista Materiaes, numa sessão que também ficou também pela distinção de Adelaide Salvado como sócia honorária.
A apresentação da revista foi da responsabilidade do arqueólogo e museólogo Luís Raposo, que é executive bord member do International Council of Museums (ICOM) e que fez um resumo de todos os temas abordados no volume, realçando que é “uma revista volumosa, com 366 páginas densas, em que se mantém a estrutura da revista”, justificando que tal acontece porque “no que está bem não se mexe”.
Neste número da Materiaes, a presidente do Conselho Diretor da Sociedade, Celeste Capelo, escreve que “já são oito edições da revista Materiaes que, desde o ano de 2017 a Sociedade dos Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior tem o privilégio de manter viva uma das ambições de Francisco Tavares Proença Júnior, divulgar e engrandecer o património histórico, arqueológico e etnográfica da região da Beira Baixa, materializado e escrito na revista Materiaes”, destacando que “este N.º 8 tem a colaboração de associados, de investigadores nacionais e estrangeiros, que nesta área têm o seu especial foco no estudo desta região”.
Celeste Capelo sublinha, por outro aldo, que “como era natural e desejável seria importante que este número da revista Materiaes pudesse descrever e registar projetos apresentados pela direção do Museu, e, em conjunto com a Sociedade dos Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior, projetar o Museu na rota turística e cultural da Beira Baixa”, para concluir que “assim não aconteceu por motivos alheios à Sociedade dos Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior”.
No que respeita à distinção de Adelaide Salvado como sócia honorária da Sociedade, a homenageada revelou “profunda gratidão”, para mais à frente realçar que “há mais de 50 anos sou amiga deste museu, que muito contribuiu para o meu enraizamento destas terras, porque, como todos sabem, sou natural de Vila Franca de Xira”, aproveitando ainda para recordar que o marido, António Salvado, foi diretor do Museu, entre 1974 e 1990.
Adelaide Salvado reiterou o seu “agradecimento” pela distinção, que “me motiva para continuar a lutar pelo lugar que o Museu deve assumir na cidade e na região”.
António Tavares