10 dezembro 2014

conhecimento e transferência de tecnologia
Politécnico debate desafios do futuro em encontro na EST

Poli jornadas 02.jpgO Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) realizou, dia 3 deste mês, no auditório da Escola Superior de Tecnologia (EST) de Castelo Branco, as IV Jornadas do Conhecimento e Transferência de Tecnologia, que contaram com cerca de 100 participantes.
A iniciativa teve como objetivo “ser um espaço privilegiado de análise dos desafios que os territórios enfrentam, numa época em que cada vez mais o conhecimento científico e tecnológico se assume como fator decisivo de afirmação competitiva”, sendo que, “no essencial, pretendeu-se analisar e discutir o modo como as empresas e instituições acedem ao conhecimento, quais os principais fatores de diferenciação compe- titiva, qual o contributo que têm tido ou esperam da academia e que espaço acham poder existir para um caminho de aproximação, tendo em vista a formulação de projetos em parceria, nomeadamente no âmbito do novo ciclo de programação do Portugal 2020 e do Horizonte 2020 – o programa-quadro de investigação e inovação da União Europeia (2014-2020)”.
No primeiro painel das Jornadas, subordinado ao tema Conhecimento e Território – os Desafios da Articulação entre a Academia e o Tecido Empresarial e Institucional Regional esteve presente o presidente da Câmara de Castelo Branco, Luís Correia, o presidente da Comunidade Intermunicipal Beira Baixa (CIMBB), João Paulo Catarino, o diretor técnico da Centauro, António Granjeia, e o administrador da Dielmar, Luís Filipe Rafael, com todos a realçar a importância que o Politécnico tem assumido enquanto motor do desenvolvimento regional, nomeadamente pela dotação de recursos humanos muito qualificados que são vitais ao bom desempenho competitivo das empresas.
Por outro lado, ficou a ideia da importância estratégica em continuar o aprofundamento da relação de cooperação Politécnico-empresas/instituições, nas áreas formativa, investigativa e de prestação de serviços de natureza científico-tecnológico. Já no segundo painel, subordinado ao tema Competitividade e Internacionalização – os Desafios da Região na Economia Global, os intervenientes foram a diretora ajunta da Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB), Conceição Carvalho, a relações internacionais da Dinefer, Ana Conceição, o diretor financeiro da AMS-BR Star Paper, Paulo Santos, e o diretor executivo da ENFORCE - Engenharia da Energia, João Serra, que debateram temos como as oportunidades, os constrangimentos e os riscos que a opção por uma estratégia de internacionalização encerra.
Os diferentes contributos refletiram, por um lado, a inevitabilidade de trilhar esse caminho, nomeadamente face à exiguidade do mercado interno, e, por outro, a importância de procurar uma inserção nos mercados internacionais que seja baseada na diferenciação e na inovação, em detrimento da aposta assente nos custos, nomeadamente nos custos da mão de obra. Essa opção envolve a definição de estratégias corporativas assentes na inovação (ao nível do produto, do processo, da organização e dos mercados) e na contínua absorção de conhecimento científico e tecnológico. Foi também sublinhado que essa trajetória envolve a criação de fortes laços de colaboração entre as empresas e a academia.


10/12/2014
 

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