Edição: 1726
| Ano XXXIII | 26 de janeiro de 2022
Para onde fugiste, ImaculadoMenino coroado de pureza,que nem consigo, nem tentando, ver-Te,ou ouvir-Te a dizer quaisquer palavras?
Carregadas d’hipócritas oferendaspessoas passam, voam apressadase no seu rosto paira um ar contentede quem esqueceu (agora) todas as ofensas
ou guardadas talvez para Janeiroapós os Reis – outra formosa festa.E então hão-de sorrir: “foi passageiroo tal feliz Natal. Guarda o presépio,
pois após doze meses será feitocom a mesma euforia igual a esta.”