António Tavares
Editorial
O Dia Internacional da Amizade é comemorado esta quinta-feira, 30 de julho. Trata-se de uma efeméride relativamente recente, uma vez que este Dia foi criado pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011, com o objetivo de promover a paz e unir diferentes culturas, sendo que é focado nos jovens, de modo a incentivá-los no sentido de liderarem ações de respeito pela diversidade e pela paz mundial.
Algo que cada vez é mais necessário, como é fácil de perceber pelo período conturbado que o Mundo está a enfrentar nos últimos tempos, com múltiplas guerras geradores de destruição, morte e sofrimento, com tudo isso a ter também reflexos na estabilidade económica mundial.
Por isso mesmo o Dia Mundial da Amizade fica revestido de um valor acrescentado e chama a atenção para se fazer aquilo que a ONU pretendeu com a sua criação. Mas, nem tudo vai bem, muito pelo contrário, pois a própria ONU, com tudo aquilo que representa, também tem atravessado um período difícil, ao ser contestada por alguns e ao não ser respeitada por outros, pelo menos no que respeita às suas decisões e recomendações.
Está nas mãos de todos nós, sem exceção, que a normalidade seja restabelecida. E claro está que muita dessa responsabilidade é dos jovens, a partir do momento que são eles que têm nas mãos o poder de construir aquilo que querem que seja o futuro.