22 julho 2015

João Belém
Tecnologia: Um caminho para a Inclusão

Nos dias 26 e 27 de junho realizou-se em Castelo Branco, no auditório da Escola Superior de Tecnologia de Castelo Branco, o Seminário “Tecnologia: Um caminho para a Inclusão”.
Destinado a Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e com alguns palestrantes de renome nacional e internacional foi mais uma organização do Agrupamento de Escolas Amato Lusitano, através do seu CRTIC, que pretendeu promover o debate em torno da utilização das tecnologias para a Inclusão social de pessoas com deficiência.
O seminário, de dois dias, contou com o apoio da Câmara Municipal de Castelo Branco e do Centro de Formação de Associação de Escolas AltoTejo, e teve a acreditação de 15 horas pelo Conselho Científico Pedagógico da Formação Contínua.
Ao longo dos dois dias de seminário, foram partilhadas diversas experiências, projetos, reflexões e foram apresentadas diferentes soluções para responder às necessidades individuais e desafios inerentes à transição para a vida ativa das pessoas com deficiência.
Em jeito de conclusão, salienta-se o seguinte:

- A inclusão na educação é um meio de garantir um maior nível de equidade.
- A escola tem um papel de charneira na resposta educativa e na preparação para a vida ativa.
- A investigação tem um papel fundamental para encontrar respostas mais eficazes no processo de inserção da pessoa com deficiência.
- O estabelecimento de parcerias entre os diferentes organismos/instituições é fundamental neste processo de inclusão.
- Torna-se necessário encontrar meios de sensibilizar as entidades empregadoras, a fim de criar condições para a inserção da pessoa com deficiência no mundo laboral.
- Essa inserção deve ser sempre preparada e organizada de acordo com os interesses e motivações individuais e as expetativas da família.
- Daí que, o processo para uma transição de sucesso englobe a identificação de interesses e capacidades da pessoa, a definição e implementação de um plano de ação, a criação de oportunidades de emprego e de oportunidades de vida independente.
- Foi realçada a importância de aumentar a acessibilidade e potenciar o trabalho colaborativo.
- Tornou-se bem evidente o incontornável contributo das tecnologias na promoção da educação inclusiva e no desenvolvimento da autonomia da pessoa com deficiência.
- As diversas ferramentas e aplicações apresentadas e devidamente enquadradas em contextos de utilização têm em comum o facto de contribuírem para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência.

Para finalizar nunca é demais salientar que o empenhamento e trabalho dos professores de Educação Especial e não só, contribuem para conjugar igualdades e diferenças como valores indissociáveis e como condição de acolher todos exigindo firmeza e envolvimento dos que se empenham para que as escolas se tornem ambientes educacionais plenamente inclusivos.

20/07/2015
 

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